05/01/2007 10h04 - Atualizado em 05/01/2007 10h04

Vigilância Sanitária fiscaliza e multa a criação de animais em zona urbana

 

Assessoria de Comunicação

O Departamento de Vigilância Sanitária de Brasilândia convoca aos moradores que possuem em área urbana animais silvestres, suínos e galináceos a se desfazerem de seus criadouros, em virtude da proliferação da Leishmaniose. De acordo com a diretora do departamento, Kátia Outi, em decorrência de denúncias haverá um rigor maior na fiscalização do cumprimento da lei que proíbe a criação. Os criadores têm um prazo de 15 dias para cumprir a determinação, caso contrário, poderão ser multados por descumprir o código de postura do município Lei 399/85 artigo 177 da resolução de nº30 da Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul que ressalta: Proíbe a criação de animais na zona urbana tais como suínos, bovinos, eqüinos, abelhas, galináceos e animais silvestres. A doença A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), também conhecida com os nomes de ferida brava ou úlcera de Bauru, é uma doença primariamente zoonótica, causada por diversos parasitas do gênero Leishmania, envolvendo uma grande variedade de mamíferos silvestres, reservatórios do parasita, transmitida por diferentes insetos vetores da família Psychodidae, subfamília Phlebotaminae. Casos Dezenove pessoas morreram no ano passado em Mato Grosso do Sul vítimas de leishmaniose do tipo visceral. No total, 190 casos da doença foram confirmados, sendo 127 deles em Campo Grande, segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde. Entretanto, o número de casos registrados no ano passado diminuiu em relação aos de 2005, quando foram 245 casos e 24 mortes. Para controlar a doença, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) montou uma série de metas e programas, além de ações preventivas. Uma delas é exterminar os cães contaminados, que são os hospedeiros da doença.