09/10/2002 13h46 – Atualizado em 09/10/2002 13h46
A apenas 18 dias da realização dos segundo turno das Eleições 2002, o governo decidiu hoje ampliar os limites de gastos do Orçamento deste ano em R$ 1,577 bilhão. A liberação de mais recursos foi justificada pelo secretário do Tesouro Nacional, Eduardo Guardia, como resultado de uma reprojeção de receitas.
Em 11 de setembro, isto é, a pouco mais de 20 dias do primeiro turno das eleições, o governo já havia feito uma revisão e liberado gastos no montante de R$ 1,5 bilhões.
Segundo ele, os efeitos, principalmente, da Medida Provisória 66, que deu ao contribuinte a oportunidade de pagar débitos em atraso, com anistia de multa e juros, deverão representar um ganho na arrecadação bruta da União de R$ 2,8 bilhões.
Deduzindo-se desse total o repasse da ampliação das receitas para as transferências a Estados e municípios, o ganho líquido é de R$ 2,1 bilhões.
Foi feita também uma reprojeção das despesas e os gastos com pagamento de bônus de energia até o final do ano foram ampliados em R$ 300 milhões. Dessa forma, o governo decidiu liberar para serem gastos neste ano mais R$ 1,577 bilhão.
document.write Chr(39)document.write Chr(39)A ampliação foi feita de maneira bastante realista com base nas reprojeções, por isso, os limites de pagamentos foram recalibradosdocument.write Chr(39)document.write Chr(39), explicou Guardia.
Ao ampliar os limites de gastos da União neste ano em R$ 1,577 bilhão, o governo também está indicando a ampliação dos gastos dos outros poderes.
Juntos, Legislativo, Judiciário e o Ministério Público terão mais R$ 20,7 milhões para gastar em 2002.
Os números foram divulgados hoje pelo secretário do Tesouro Nacional, Eduardo Guardia, e pelo secretário de Orçamento Federal, Hélio Tolini.
Segundo Tolini, o Judiciário ficará com a maior cota do aumento dos limites, R$ 16,7 milhões, seguido pelo Legislativo, com R$ 3 milhões, e pelo Ministério Público, com R$ 1 milhão.
Fonte: Folha Online





