22/08/2006 16h47 – Atualizado em 22/08/2006 16h47
Por: Carlos Reis 19/07/2006 Quem vê o Jornal Nacional nesses dias em que um país chamado Israel, com quem o Brasil tem relações históricas e abriga uma numerosíssima irmandade judaica, é atacado vilmente por terroristas, imagina que há uma guerra entre nós! Pensa que Israel persegue cidadãos brasileiros. No entanto, o Brasil na ONU, em 1948, ano eu que eu nasci, foi responsável pela criação do Estado de Israel. Vivemos em paz até então. Os ódios raciais e religiosos do Oriente Médio nunca prosperaram no Brasil. As comunidades judaicas e árabes, de diversas procedências – libanesas, sírias, jordanianas, egípcias –, viveram e dividiram entre si até hoje o mesmo ramo dos negócios comerciais. Mas, o Brasil está com a moral torta – deu de escolher bandidos como amigos. Gosta de gente sacana, de espertalhões que se dão bem. É natural que acabaram aceitando o terrorismo do Hesbolah que explode ônibus cheios de crianças judias; restaurantes cheios de jovens, matando até estrangeiros, como o casal brasileiro que morreu em Jerusalém. O povo brasileiro que foi treinado como um cachorro para gostar e lamber criminosos também está treinado para botar a culpa nas vítimas. A Rede Globo o treinou assim. A Rede Globo é isso. Na melhor das hipóteses ou não vê isso, ou não tem mais o nível mínimo de honestidade jornalística que se exige para impedir essa aberração na sua informação. Deve estar já sob algum comando comunista da Imprensa, alguma entidade censora que tenta regulamentar a profissão de jornalista com a ideologia assassina digna de um Stalin, abertamente contra a Constituição. A propósito, eu não disse para vocês não se distraírem durante a Copa? Pois na calada da Copa, como disse o Janer Cristaldo, além dos senadores nos entregarem para os leões dos bancos, que vão agora cobrar as nossas dívidas ativas nas prefeituras, deixaram aprovar no Senado lambuzado de sanguessugas nojentos dos partidos do governo uma aberração jurídica ao gosto dos totalitários comunistas que manobram os porões vermelhos dos sindicatos de jornalistas. De quebra o senador Paim criou uma lei racista que envergonhará os negros e inculpará os brancos. Feito o registro, retorno à minha indignação original. Espanta-me que até agora a Embaixada Israelense não tenha pedido explicações à essa imprensa que, ao meu juízo, desqualifica-se dia-a-dia, retrocedendo nos seus próprios passos, ao cometer o erro imperdoável da desinformação. A Rede Globo chega a esquecer, para bem atender à vontade politicamente correta da manada ignorante, os mais velhos, como eu, que têm memória da verdade e da moral. A Globo do Bandido-Esperança é a rainha da inversão. A TV dos invertidos. Lá tudo está de ponta-cabeça. Esconde do povo brasileiro que Israel é vítima da mesma maneira que sonegou à torcida brasileira o joelho estourado do Ronaldo na Copa. O pior, porém, é que essa inversão é especialmente danosa aos jovens que nessas duas últimas décadas tiveram e continuam tendo a pior educação de toda a História do país! Falo de uma Educação que lhes poderia ter dado a oportunidade histórica para formar sua vida sobre a retidão, a honestidade, e o esforço digno. Pelo contrário, o que os nossos jovens tiveram como modelos foram os “bandidos-esperança” das novelas pornográficas da Globo. Assim, tudo que recebem do Estado é deformação, é incentivo à bandidagem, é premiação da sacanagem, é absolvição e anulação do crime e dos criminosos. As escolas brasileiras estão abolindo o crime nas mentes das crianças! Estão forjando mentes criminosas inocentes. Aqui já se inventou o hábeas-corpus preventivo, isto é, o criminoso já conta com a ajuda da justiça. É por isso que se multiplicam os exemplos de alunos que querem matar colegas e professoras. Não sabem mais o que é crime! Estou exagerando? Então, para quem não sabe, ou inutilizou o seu cérebro nos últimos dias vendo a Globo, o Hesbolah é o lado que tem homens-bombas que matam indiscriminadamente judeus e americanos (se puderem), por uma causa semi-religiosa, semi-política, inteiramente ideológica em qualquer caso



