02/08/2007 09h59 – Atualizado em 02/08/2007 09h59
* Mauri Toni Dandel
Em assunto comum na política é o eleitor votar no deputado de um partido e no governador de outro. Em relação a eleição municipal, é comum o eleitor votar no vereador de um partido e no prefeito que é de um partido adversário. O que pode acontecer, se os dois forem eleitos, é que o eleitor está contribuindo para que o Município não ande para a frente, ou seja, votou para um atrapalhar o outro. Se o vereador eleito resolver fazer aquelas oposições cegas ao prefeito, vai acontecer do vereador meter o bedelho em tudo que o prefeito quiser fazer, de bom ou de ruim. E o resultado é que haverá só briga política e nada de progresso ou coisa boa! Será que votar em adversários não é o mesmo que torcer para o Grêmio e ajudar a contratar bons jogadores para o Inter? Nestes casos de votar em uma pessoa de um lado e em outra que é adversária desta, o eleitor pode estar munido da melhor das intenção, votando “na pessoa” como se diz. Mas mesmo que ambos sejam pessoas de bom caráter no trato com o eleitor, podem ser simples adversários políticos ou “inimigos de morte” entre eles. À propósito: você já votou em alguém de um partido para o Legislativo e no seu adversário para o Executivo? A pergunta que está na boca do povo: você consegue dizer em cinco segundos qual é o nome do candidato a vereador que você votou há três anos atrás? A pergunta que está na boca do povo: a geada e a estiagem ou as enchentes também são culpa do Lula? A mensagem positiva do dia é baseada em uma frase de Lauro Trevisan: “O sucesso na vida não depende de receber boas cartas, mas de jogar bem com cartas ruins”, afinal de contas, “as estrelas brilham na escuridão”. *Repórter e acadêmico de Jornalismo da Unisinos blog: mauridandel.blogspot.com e-mail: [email protected]


