29/06/2009 09h32 – Atualizado em 29/06/2009 09h32
Iranilson Alves da Silva (*)
Não consigo entender nunca como a humanidade, o homem, a sociedade avalia as figuras públicas de uma maneira geral. O único consolo que sinto, é que quando eu morrer vão dizer em uníssono que eu era um grande homem, uma boa figura, que o mundo perdeu uma grande personalidade, e por aí vai. Vivemos num mundo podre, sujo, imundo, cheio de hipocrisias mil, mentiras, engodos e falsidades!
Esse Michael Jackson era uma triste e deplorável figura, um mau exemplo para a sociedade, e o que estamos assistindo pelo mundo afora são manifestações hipócritas, falsas e negativas da mídia, da imprensa, de fãs idiotas chorando, lamentando a morte de alguém que já estava morto há muito tempo. Uma cretinice, uma estupidez inigualável, chorar, entristecer-se pela morte de uma figura sinistra, um péssimo exemplo para a nossa juventude.
Michel Jackson era uma figura frustrada. Um negro querendo ser branco à todo custo. Uma figura canhestra que deixou no mundo agora três filhos entregues à própria sorte. Chamar estas figurinhas de filhos é algo que sequer podemos conceber, Da mesma forma irresponsável que esta Xuxa pôs no mundo a Sasha, fora de um casamento normal, Michel Jackson no afã de continuar enganando a sociedade, primando ser um homem, um pai, pagou para ma mulher lhe dar filhos. Um gesto condenável, deplorável e agora sobram aí no mundo essas figuras renegadas, cuja ascendência desconhecem, criados que foram num laboratório. Mas, artistas, ídolos, globais podem tudo, estão acima do bem e do mal. São figuras que servem como modelo negativo para a sociedade como Xuxa e outros, esse Jackson não foge à regra.
É lamentável que a mídia perca tanto tempo e espaço destinando lamentar a morte de uma figura detestável, uma figura sinistra cuja vida foi marcada por ações condenáveis de uma sociedade séria e fiel aos princípios cristãos. A morte de Michael Jackson não difere muito de tantos outros tidos como ídolos de barro, como Presley e tantos outros assim. O lamentável disso tudo é a péssima influência dessas figuras sobre nossos jovens, nosso futuro.
Os jovens de uma forma geral sempre trilham o caminho diverso da sociedade. Cultuam essas figuras medíocres, devassas, esses ídolos de pés de barros que arrastam milhões e milhões para uam caminho sem volta. Michael Jackson não era diferente e servia como uma bandeira cuja influência era destruitora para a juventude. Jovens sem destino, alienados e cultuando essas figuras insanas, seguem no caminho do erro, do crime.
De minha parte só posso dizer que Michael Jackson já foi tarde. Nada a lamentar. Ele irá se juntar à legião daqueles que igualmente tiveram uma vida devassa, uma vida dedicada à destruição da juventude, da sociedade.
Iranilson Alves da Silva, 54 anos, jornalista e acadêmico de Direito



