19/01/2011 09h12 – Atualizado em 19/01/2011 09h12
Nada contra a existência do poder fiscalizador representando a sociedade por gente da própria sociedade, que são os vereadores eleitos
Elizio Brites
Cada vereador custa aos contribuintes R$ 90.277,77 mensais.
É um contra senso com tantos serviços essenciais precários em nossa cidade. Gastar tanto dinheiro público com quem não faz nada? Porque se fizesse teria fiscalizado as roubalheiras que aconteceram, inclusive, com a conivência e cumplicidade dessas “autoridades”.
Isso não vai mudar se a sociedade não começar a gritar em alto e bom som: EU NÃO CONCORDO COM ESSES GASTOS!
Nada contra a existência do poder fiscalizador representando a sociedade por gente da própria sociedade, que são os vereadores eleitos. Apenas entendo que eles precisam cumprir com suas funções.
A Lei de transparência precisa ser cumprida e mostrar à aplicação dessa verba disponibilizando na internet todas as despesas pagas para que os contribuintes acompanhem como está sendo gasto o seu dinheiro.
Os Assessores parlamentares precisam deixar de ser laranja quando recebem 5 xis e devolvem 4 xis para quem os contratou, com isso acabam sendo cúmplices nos desvios de recursos públicos.
Essa é uma prática que ocorre em todo Brasil, que o Ministério do Trabalho poderia fiscalizar e proibir enquadrando a contratação de tais assessores na CLT, isso dificultaria essa ilicitude na gastança do dinheiro público, porque ai, sim, a declaração do imposto de renda seria fiscalizada pela Receita Federal.
Sabemos que a democracia tem um custo que tem que ser pago pelo contribuinte, por isso mesmo entendo que o diálogo entre os eleitos e quem elege deve ser constante e não apenas em épocas de eleições.
Vamos cobrar isso de todos os ocupantes de cargos públicos. A imprensa pode colaborar promovendo debates ao vivo que resultarão em mudanças importantes na construção de uma democracia mais sólida onde todos saem ganhando. Porque se depender do horário político…


