07/02/2011 09h38 – Atualizado em 07/02/2011 09h38
Corinthians vence o arquirrival Palmerias por 1 a 0
Emerson Augusto Fonseca
Após a eliminação na Copa Libertadores, Alessandro aos 37min do segundo tempo, marca 1 GOOOL, e deixa a “nação corinthiana” em clima de festa. A “Fiel” torcida que apedrejou “São Jorge”, desta vez saiu do Pacaembu de cabeça erguida e ao invés de pedras agradeceu seu protetor que a pedidos nada agradáveis tinha tirado seu “cavalo da chuva”.
Quem não deve ter gostado muito do resultado foi a torcida do Palmeiras, que com a derrota mesmo liderando o campeonato está com apenas 1 (um) ponto na frente do Santos.
E falando em São Jorge, Santos…“São Marcos”, que andava despreocupado e com clima de “já ganhou”, nesse domingo, quando tudo parecia ter chegado ao fim, e um empate daria ao time de uniforme “clorofila” uma boa vantagem em relação aos demais, teve que se contentar com uma derrota que breca a boa fase e os “milagres” de “São Marcos”…ele tentou, mas nem todo dia é dia de santo.
O Pacaembu mais parecia uma Vitória Régia. Mandante o alviverde Palmeiras e sua torcida, teve sua invencibilidade de 5 (cinco) jogos interrompida e mesmo os milagres do arqueiro “São Marcos”, não impediu a vitória apertada para alegria dos gaviões. Falando em gaviões, as unhas do time corinthiano estavam afiadas, e entre uma e outra disputa de bola, uma olhada que mais parecia de águia a procura de sua presa, era lançada ao adversário.
Alessandro, o alvinegro dono do GOOOOL, em um ato desportivo, foi em direção a “Mancha Verde” e entre farpas irritou o goleiro Marcos, ainda bem que o galante é “Santo”. Enquanto isso torcedores palmeirenses que também já deu o que falar e muitas vezes também lançou suas “armas” em direção ao seu mais temível adversário gritava em uma só voz “eliminado”….”eliminado”.
Que os “santos” ponham suas barbas de molho, pois no futebol, tudo pode acontecer. O que todos esperam é que a rivalidade entre os cavaleiros sejam “gregos” ou “troianos” não terminem em jogos vexatórios, onde à força das emoções não contidas falem mais alto que o espetáculo da maior paixão nacional.



