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terça-feira, 17 de março de 2026

Cristiana Oliveira diz não se reconhecer em “Insensato Coração”

29/03/2011 08h36 – Atualizado em 29/03/2011 08h36

A detenta cruel e masculinizada Araci, já entrou no rol dos papéis mais marcantes da carreira de Cristiana Oliveira, 47.

Além da pesquisa de campo, a preparação de Cristiana Oliveira para o papel também exigiu uma mudança radical no corpo da atriz.

UOL

Há pouco mais de uma semana no ar, a detenta cruel e masculinizada Araci, de “Insensato Coração” (Globo), já entrou no rol dos papéis mais marcantes da carreira de Cristiana Oliveira, 47.

“Eu mesma não me reconheço”, afirmou em entrevista por telefone à Folha. “Acho que um papel meu não tinha tanta repercussão desde a Juma”, disse, se referindo à personagem de “Pantanal” (1990) que a fez conhecida do grande público na década de 1990, ainda na TV Manchete.

“Eu estou surpresa. Sabia que a Araci mexeria com muita gente, mas a coisa extrapolou”, conta a atriz. Ela diz ter se emocionado ao receber diversos telefonemas elogiando seu desempenho, inclusive das colegas Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho.

O sucesso também foi fruto de uma extensa pesquisa de campo, que começou há cerca de um ano –logo depois que recebeu o convite para participar da trama das 21h.

“Eu poderia ter visto filmes, assistido algumas coisas no YouTube para me inspirar, mas preferi fazer uma pesquisa maior até por curiosidade humana”, revelou. “Foi uma viagem minha, uma experiência toda particular.”

Durante esse período de preparação, ela visitou presídios, além de casas de triagem e de custódia, em quatro Estados (SP, RJ, RS e SC), onde conheceu diversas mulheres parecidas com sua personagem.

“Eu peguei coisinhas de cada uma dessas mulheres e fui montando o quebra-cabeças, tentando fugir do estereótipo”, disse.

Há pouco mais de uma semana no ar, a detenta cruel e masculinizada Araci, de “Insensato Coração” (Globo), já entrou no rol dos papéis mais marcantes da carreira de Cristiana Oliveira, 47.

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“Eu mesma não me reconheço”, afirmou em entrevista por telefone à Folha. “Acho que um papel meu não tinha tanta repercussão desde a Juma”, disse, se referindo à personagem de “Pantanal” (1990) que a fez conhecida do grande público na década de 1990, ainda na TV Manchete.

“Eu estou surpresa. Sabia que a Araci mexeria com muita gente, mas a coisa extrapolou”, conta a atriz. Ela diz ter se emocionado ao receber diversos telefonemas elogiando seu desempenho, inclusive das colegas Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho.

O sucesso também foi fruto de uma extensa pesquisa de campo, que começou há cerca de um ano –logo depois que recebeu o convite para participar da trama das 21h.

“Eu poderia ter visto filmes, assistido algumas coisas no YouTube para me inspirar, mas preferi fazer uma pesquisa maior até por curiosidade humana”, revelou. “Foi uma viagem minha, uma experiência toda particular.”

Durante esse período de preparação, ela visitou presídios, além de casas de triagem e de custódia, em quatro Estados (SP, RJ, RS e SC), onde conheceu diversas mulheres parecidas com sua personagem.

“Eu peguei coisinhas de cada uma dessas mulheres e fui montando o quebra-cabeças, tentando fugir do estereótipo”, disse.

Cristiana Oliveira caracterizada como a presidiária masculinizada Araci, que ela interpreta na novela da TV Globo

SÍLFIDE

Além da pesquisa de campo, a preparação de Cristiana Oliveira para o papel também exigiu uma mudança radical no corpo da atriz.

“A grande maioria das meninas é grande”, conta. “Até para se defender, elas gostam de tomar corpo”, explica ela, que complementa dizendo que muitas perdem a vaidade ao serem presas.

Ao todo, a atriz chegou a ganhar cerca de 15 kg –após o começo das gravações, ela diz ter emagrecido 3 kg. “Eu já tenho uma estrutura óssea grande, mas faço treinamento funcional, boxe e cuido da alimentação”, explica.

Acostumada a papéis que exploravam sua boa forma e sensualidade, ela teve de fazer um regime para engordar, além de um trabalho físico na academia para “inchar”.

Após deixar a trama, ela deve fazer o caminho inverso. “Eu não vou me desesperar. Não tenho mais idade nem saco para isso”, afirma. “Não sou uma modelo. Só vou me preocupar se a minha próxima personagem tiver de ser uma sílfide.”

A participação, programada para durar apenas dois meses, não deve ser esticada, segundo a atriz. “A Araci entrou na história para fortalecer a Norma”, conta ela, cuja personagem deve ser morta e marcar a virada da personagem de Glória Pires.

A atriz está bem diferente, tudo para interpretar uma detenta
Foto: Divulgação

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