Por: Sidnei Ramos
Recentemente, escrevi sobre Três Lagoas e a transformação impulsionada pelo desenvolvimento industrial. Hoje, retomo o tema para reforçar a vocação de Mato Grosso do Sul para os negócios de base florestal e a indústria de celulose, algo cada vez mais evidente em cidades como Ribas do Rio Pardo e Inocência.
Estive em Ribas na última quinta-feira (19), desta vez não apenas de passagem pela BR-262, a caminho de Campo Grande, mas para participar da Expo Ribas. O evento, neste ano, também abriu espaço para lideranças do setor industrial discutirem temas centrais para a região, como as oportunidades no mercado de trabalho.
O que encontrei foi uma cidade em ritmo acelerado: avenidas amplas, bairros bem estruturados e uma expansão visível, mesmo em pleno feriado municipal.
Esse é o retrato de um desenvolvimento ordenado, planejado e sustentável, características que acompanham a indústria de celulose. Engana-se quem acredita que as oportunidades se concentram apenas nos períodos de obra, com contratações em massa. O desenvolvimento se sustenta ao longo dos anos, com avanço contínuo da infraestrutura, formação de profissionais mais qualificados e remunerações mais competitivas. É um movimento que eleva o padrão local e impulsiona desde as necessidades mais básicas até as opções de lazer.
Volto a reforçar: essa região de Mato Grosso do Sul avança de forma consistente há pelo menos duas décadas. E os olhares mais atentos não apenas acompanham esse movimento, eles se posicionam para fazer parte dele.
A demanda por profissionais cresce, oferece boas condições e favorece quem está disposto a olhar além do eixo tradicional dos grandes centros urbanos.
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