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segunda-feira, 30 de março de 2026

Presidente da Fiems elogia decisão do governo de MS em manter benefícios fiscais para atividades econômicas

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, elogiou a decisão do governo do Estado de prorrogar 77 benefícios fiscais vinculados ao ICMS e que são voltados a 12 setores de atividade econômica, incluindo o segmento industrial.

Decretos foram assinados nesta segunda-feira (30/03) na sede da governadoria, em Campo Grande, em solenidade que contou com a presença de autoridades e representantes de diversos setores da economia sul-mato-grossense.

Presidente da Fiems elogia decisão do governo de MS em manter benefícios fiscais para atividades econômicas
Foto: Divulgação

A medida mantém a alíquota modal de ICMS em 17% até o final de dezembro deste ano – atualmente, a menor do país – e estimula a regularização fiscal voluntária das instituições beneficiadas.

“Entendo que o governo acertou, novamente, em manter esses benefícios para as empresas. Até porque o setor produtivo passa por um momento de forte competitividade, e isso tem impacto significativo na atividade econômica em várias áreas. Nesse sentido, o governo foi assertivo na sua posição. A medida atender diversos setores, e cada vez mais Mato Grosso do Sul está atento a esses setores que vêm crescendo e se mantendo competitivos. Nosso Estado tem dado oportunidades e garantido a competitividade. Isso é muito importante”, afirmou o presidente da Fiems.

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, destacou o papel do setor produtivo no crescente desenvolvimento econômico do Estado.

Presidente da Fiems elogia decisão do governo de MS em manter benefícios fiscais para atividades econômicas
Foto: Divulgação

“A gente busca gerar o máximo de competitividade possível para que essa roda continue girando numa velocidade cada vez maior”, disse Riedel. “Sempre estarei ao lado de quem faz a roda da economia girar, acreditando que o emprego e a renda são os melhores programas sociais que existem, junto com educação e políticas públicas adequadas, que pegue a pessoa que não acessou o emprego e a renda e traga para dentro desse processo”, completou.

Indicadores da produtividade em MS

O secretário Jaime Verruck, da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), destaca os fatores e métodos pelos quais a produtividade do Estado é avaliada, sendo o primeiro deles o aumento do Produto Interno Bruto (PIB).

“Não dá para falar que uma economia cresce sem ter esse indicador importante. Na última estatística do IBGE, que é de 2023, o estado de Mato Grosso do Sul cresceu 13,5%”, informou. “E se a gente olhar a longo prazo, olhar os últimos 20 anos, Mato Grosso do Sul cresceu 486%. Então, nós somos o terceiro Estado com maior crescimento”, concluiu.

Como um fator fundamental para esse aumento, Jaime citou os investimentos públicos e privados. Ele explica que a manutenção dos incentivos fiscais considera a perspectiva em curso, de alto crescimento do Estado (acima da média brasileira) junto a grandes índices de investimento privado, avanços na industrialização do agro e pleno emprego, liderando o patamar da expansão da indústria de transformação no Brasil.

“Mato Grosso do Sul cresce quatro vezes a média nacional, decorrente do investimento público e privado, por ter um ambiente competitivo, com alíquota do ICMS mantida em 17%, enquanto a maioria dos estados aumentou”, explicou Verruck.

Incentivo na prática

A política fiscal do Estado foi adotada no período da pandemia e desde então passou a integrar as diretrizes econômicas do governo. Voltados ao fortalecimento da base produtiva, os benefícios fiscais visam promover o crescimento e a arrecadação sustentável para fomentar o desenvolvimento econômico, aumentar a competitividade das empresas e gerar emprego e renda à população.

Entre os setores atendidos estão áreas como indústria de alimentos, setor de biocombustíveis, saúde e operações portuárias do Rio Paraguai, aproveitando as aptidões econômicas do Estado.

A iniciativa integra um conjunto de medidas fiscais que incluem programas de regularização de débitos, autorregulação tributária e mecanismos de incentivo à conformidade fiscal. O Executivo sustenta que, ao balancear o controle de gastos, a estabilidade tributária e os estímulos ao setor produtivo, será possível contribuir para planejar e atrair investimentos, aumentar a geração de empregos e expandir a renda média, reduzindo a pobreza extrema e mantendo o estado nas lideranças dos índices de crescimento econômico, superando as expectativas da média nacional.

Presidente da Fiems elogia decisão do governo de MS em manter benefícios fiscais para atividades econômicas
Foto: Divulgação

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