Parceria com grandes indústrias fortalece a qualificação profissional, gera empregos e consolida o estado como polo estratégico no país
O Sistema S, que engloba entidades como o Senai, Sesc, Sebrae e Fiems, tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento do setor de celulose em Mato Grosso do Sul. A região, conhecida como “Vale da Celulose”, é um dos principais polos de produção de celulose do país, com investimentos de bilhões de reais em fábricas e infraestrutura.
Com uma história que remonta a quase duas décadas, o Sistema S tem capacitado profissionais jovens, que hoje são líderes no segmento de celulose. Desde a construção da primeira fábrica de celulose em Três Lagoas, ele está presente, oferecendo recursos, capacitando e dinamizando a mão de obra local. A parceria com empresas como a Eldorado, Suzano, Arauco e Bracell tem sido fundamental para o crescimento da região.
MOTORES DO DESENVOLVIMENTO

O setor de celulose é um dos principais motores da economia de Mato Grosso do Sul, gerando cerca de 27 mil empregos diretos e indiretos e representando 17,8% do PIB industrial do estado.
A “bola da vez”. A expressão utilizada para mostrar alguma coisa que está em evidência, em destaque, sintetiza o momento de Mato Grosso do Sul em relação ao setor de celulose. O estado é atualmente o segundo maior produtor brasileiro.
Com quatro linhas industriais em operação, duas da Suzano, em Três Lagoas, uma da Eldorado, no mesmo município, e mais uma Suzano em Ribas do Rio Pardo, Mato Grosso do Sul tem capacidade para processar anualmente milhões de toneladas de celulose.
NO TOPO DA PRODUTIVIDADE
O volume já coloca o estado como um dos maiores produtores mundiais. O avanço da indústria de celulose em Mato Grosso do Sul é um exemplo de desenvolvimento estruturado e sustentável. No entanto, o crescimento acelerado do setor também apresenta desafios, como a pressão sobre a infraestrutura urbana e os serviços públicos.
Durante o pico da construção de uma fábrica, são precisos pelo menos 10 mil trabalhadores e, na maioria das vezes, a mão de obra qualificada acaba ficando escassa. O Sistema S oferece cursos gratuitos e, muitas vezes, chega a pagar para as pessoas estudarem e se qualificarem.
GERANDO EMPREGOS E RENDA
Em Ribas do Rio Pardo, por exemplo, o investimento para realizar o sonho de ter uma Suzano na cidade que investiu mais de R$ 22 bilhões em uma planta de celulose. O setor já é responsável por 1 a cada 4 empregos no município, movimentando mais de R$ 390 milhões em salários por ano.
É fundamental que o governo e as empresas trabalhem juntos para garantir que o crescimento seja sustentável e beneficie a população local. O Sistema S acaba ajudando a população e as empresas. Qualificando milhares de pessoas que conseguem alcançar novos objetivos de vida e, ao mesmo tempo, as indústrias conseguem a mão de obra desejada.
A cidade que abriga uma fábrica de celulose cresce em todos os sentidos e quanto maior, maior a necessidade de mão de obra qualificada. É nesse contexto que o Sistema S entra em ação. Em Ribas, o grupo levou uma escola para qualificar as pessoas do município, o qual, hoje, se tornou o Centro Integrado Sesi, Senai de Ribas do Rio Pardo. Todo investimento já resulta em um resultado impressionante: em dois anos a cidade exportou 24 vezes mais, alcançando a maior receita líquida do Estado, chegando a mais de U$ 1 bilhão de dólares.
A VEZ DE BATAGUASSU

Assim como aconteceu em Três Lagoas, em cidades como Ribas do Rio Pardo e Inocência, o Sistema S segue capacitado jovens para trabalhar nas fábricas de celulose, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região. Agora, o Sistema S está trabalhando em Bataguassu, preparando uma nova leva de profissionais para a fábrica da Bracell.
A parceria entre Sistema S e as fábricas tem gerado muitos benefícios que vão além da geração de empregos, mas que resulta no desenvolvimento econômico e capacitação profissional. O Vale da Celulose acaba se beneficiando desse crescimento com melhoria da infraestrutura e aumento da competitividade.
O Sistema S e as fábricas é um exemplo de como a parceria entre o setor público e privado pode gerar resultados positivos para a comunidade. Essa união continua a trabalhar para capacitar e qualificar profissionais para o setor de celulose, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento da região.




