13/07/2005 11h29 – Atualizado em 13/07/2005 11h29
Folha Online
Se a principal missão de um típico camisa 9 é fazer gols, os jogadores do Atlético-PR levam vantagem sobre os são-paulinos no mata-mata da Libertadores. Depois que os jogos passaram a ser eliminatórios, os dois times marcaram o mesmo número de gols: 14.Pelo lado paranaense, dez desses tentos foram feitos por atacantes, ou 71% do total. No São Paulo, apenas dois gols, ou míseros 14%, foram de autoria de jogadores de ataque. No Morumbi, ninguém vê problema na escassez de gols dos jogadores de ataque.”O forte do São Paulo é justamente o fato de não ter uma ou duas referências. Isso dificulta a marcação do adversário. O time se torna imprevisível”, diz o técnico Paulo Autuori.O chefe da comissão técnica e os jogadores apontam o fato de o São Paulo ter feito gols nas 13 partidas que fez pela Libertadores-05 como prova da eficiência do esquema da equipe.”O São Paulo dificilmente fica sem fazer gol em um jogo. A distribuição dos gols acontece também pela solidariedade em campo. Todo mundo corre por todo mundo”, afirma o volante Josué, que teve chance de marcar no primeiro jogo da decisão com o Atlético-PR.





