17/03/2004 15h31 – Atualizado em 17/03/2004 15h31
A Fifa decidiu agir contra um processo que começava a se popularizar no futebol mundial, chamado pela entidade de “naturalização mercantil”. Um documento divulgado nesta quarta-feira impede que um jogador defenda uma seleção nacional sem ter qualquer vínculo com o país.
Para que um jogador possa defender uma nova seleção, que não a de seu país de origem, a Fifa exigirá que o atleta tenha residido ao menos dois anos em sua nova pátria, o que impede um jogador de jogar por um país em troca de dinheiro.
Dois brasileiros figuram como personagens dessas “naturalizações mercantis”: o atacante Aílton, do Werder Bremen, e o lateral-esquerdo Dedé, do Borussia Dortmund, ambos da Alemanha, sondados para jogar pela seleção do Catar.
A federação do Catar havia proposto aos atletas que se naturalizassem, em troca de um “bicho” de 1 milhão de euros. Eles ainda receberiam 400 mil euros por cada ano de atuação. Agora, terão que mudar o planejamento.
Fonte:Agência Placar




