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terça-feira, 28 de julho de 2026

Indefinição na política cultural prejudicou cinema de MS

03/11/2003 10h59 – Atualizado em 03/11/2003 10h59

A falta de uma política cultural definida foi um dos fatores que fizeram Mato Grosso do Sul produzir muito menos em relação aos grandes centros e até aos Estados vizinhos, segundo o presidente da ACV/MS (Asssociação de Cinema e Vídeo de Mato Grosso do Sul), Alexandre Basso. Explica que a diferença no volume de trabalhos em relação aos estados da região Centro-Oeste deve demorar, mesmo com os incentivos e recursos dos poderes públicos. “Temos muito a crescer para se igualar ao restante do Centro-Oeste”, constata.

Basso não vê Mato Grosso, Goiás, ou o Distrito Federal como rivais. Argumenta que para o fortalecimento do setor audiovisual, é preciso uma integração entre as regiões.

Já a diretora e cineasta Sônia Bacha, espera uma melhora concreta quanto às condições de se fazer filmes em terras sul-mato-grossenses. “Você não pode destinar uma mesma quantia pro cinema e pro artersanato, por exemplo. O cinema é uma arte industrial, tem que ter recursos”, enfatiza, acrescentando que a dificuldade em obter recursos era e é um dos motivos que os diretores locais acabavam deixando o Estado.

Fonte:Campo Grande News

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