03/11/2003 10h59 – Atualizado em 03/11/2003 10h59
A falta de uma política cultural definida foi um dos fatores que fizeram Mato Grosso do Sul produzir muito menos em relação aos grandes centros e até aos Estados vizinhos, segundo o presidente da ACV/MS (Asssociação de Cinema e Vídeo de Mato Grosso do Sul), Alexandre Basso. Explica que a diferença no volume de trabalhos em relação aos estados da região Centro-Oeste deve demorar, mesmo com os incentivos e recursos dos poderes públicos. “Temos muito a crescer para se igualar ao restante do Centro-Oeste”, constata.
Basso não vê Mato Grosso, Goiás, ou o Distrito Federal como rivais. Argumenta que para o fortalecimento do setor audiovisual, é preciso uma integração entre as regiões.
Já a diretora e cineasta Sônia Bacha, espera uma melhora concreta quanto às condições de se fazer filmes em terras sul-mato-grossenses. “Você não pode destinar uma mesma quantia pro cinema e pro artersanato, por exemplo. O cinema é uma arte industrial, tem que ter recursos”, enfatiza, acrescentando que a dificuldade em obter recursos era e é um dos motivos que os diretores locais acabavam deixando o Estado.
Fonte:Campo Grande News




