31/10/2003 13h42 – Atualizado em 31/10/2003 13h42
A decisão do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis) de proibir a pesca no período de 03 de novembro a 15 de fevereiro, nos rios de domínio da União, estendendo por mais quinze dias o período de pesca fechada, provocou reclamações em Corumbá, onde o turismo tem no rio Paraguai um de seus principais atrativos. A empresária do setor Raquel Amaral considerou “um absurdo” a posição do Instituto de não encerrar a Piracema em 31 de janeiro. “Nós temos em Mato Grosso do Sul, um conselho e uma superintendência de pesca, a Secretaria do Meio Ambiente, a Embrapa Pantanal, e nenhum órgão foi respeitado pelo Ibama, que nem sequer faz pesquisas no Pantanal. Os estudos técnico-científicos são claros e comprovam que a reprodução dos peixes termina no final de janeiro e a pesca pode sim, ser reaberta em 1º de fevereiro”, disse a empresária. Raquel Amaral afirmou que os prejuízos não afetam somente o setor turístico, mas também toda a economia de Corumbá. Por isso ela defende uma ação judicial contra a decisão do Ibama, segundo informou ao site Corumba on Line.
Fonte:Campo Grande News




