09/10/2003 13h40 – Atualizado em 09/10/2003 13h40
Amanhã é comemorado em todo o mundo o Dia de Saúde Mental. No Brasil cerca de 12% da população necessita de algum atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual. Em Mato Grosso do Sul, já existem quatro centros credenciados pelo Ministério da Saúde, localizados em Campo Grande, Corumbá, Dourados e Paranaíba. E ainda, outros quatro estão em processo de implantação, nas cidades de Ponta Porá, Três Lagoas, Aquidauana e Nova Andradina.
Dados apontam que 6% das pessoas que apresentam transtornos psiquiátricos graves são decorrentes do uso de álcool e outras drogas. A estatística mundial diz também que 1,4% do total de habitantes são epiléticos e que de cada cem mil habitantes, 3,98 são suicidas.
Em relação a internação, o Hospital Psiquiátrico Nosso Lar, na Capital, possui 160 leitos conveniados ao SUS e 33 particulares. No Hospital Bezerra de Menezes de Paranaíba são 38 públicos e 13 particulares. Em hospitais gerais, são 43 leitos na Santa Casa de Campo Grande, 21 no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora de Três Lagoas, oito leitos no Hospital de Bela Vista e seis no Hospital Universitário.
No Brasil, a idéia é reduzir progressivamente os leitos psiquiátricos e fortalecer os (CAPS) Centros de Atenção Psicosocial, para que dessa forma, se promova a reintegração social. “Hoje a internação não é o único recurso e isso só deve acontecer quando o paciente corre risco
de morte ou oferece esse risco a terceiros”, explica a responsável técnica pelo Programa de Saúde Mental em Mato Grosso do Sul, Dilma Costa. Um paciente internado em hospital para tratamento custa R$ 780 por mês. Em contrapartida, em um Caps, esse valor cai para R$ 240 mensais.
Fonte:Midiamax News





