25/09/2003 15h25 – Atualizado em 25/09/2003 15h25
A Polícia Civil de Porto Alegre, que comanda as investigações sobre o desaparecimento de Ademir Perondi, que há 3 meses deixou Campo Grande para morar em Canoas (RS), não enviou ao Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Seqüestros) retrato-falado dos dois homens que o levaram da casa dele no início da noite de sexta-feira. O delegado-titular do garras, Ivan Barreira, informou que os dois homens entraram de cara limpa, sem capuz, e permaceram na casa de Perondi por duas horas, até que ele chegasse. No local, foram feitos reféns quatro funcionários de Perondi, que exercia o cargo de secretário de Obras de Canoas.
Barreira informou que recebeu outros dois retratos-falados que seriam de homens que cometeram outro roubo na região e havia suspeita de que tivesse relação com o desaparecimento do empresário, informação posteriormente descartada.
O Garras está ajudando a polícia gaúcha desde segunda-feira. O carro de Perondi, um Alfa Romeo, foi encontrado incendiado na estrada das Três Barras, a 41 quilômetros do anel rodoviário que liga as saídas para São Paulo e Três Lagoas.
O caso não é tido como seqüestro porque até agora não houve pedido de resgate.
Fonte:Campo Grande News



