24/09/2003 09h29 – Atualizado em 24/09/2003 09h29
Apesar de desconhecer estimativas oficiais sobre área plantada com soja transgênica em Mato Grosso do Sul, o presidente da Aprossul (Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso do Sul), Carmélio Romano Roos, afirma que a oferta de produtos piratas, as chamadas “maradonas”, vindas da Argentina, já são ofertadas aos produtores do Estado. No Rio Grande do Sul, onde a estimativa é que 80% da área plantada seja de transgênicos, a redução de custos ao produtor é estimada de 15% a 20%, devido à diminuição do uso de defensivos agrícolas.
Roos afirma que ao mesmo tempo que está na expectativa em relação à aprovação da Medida Provisória que libera o plantio e comercialização dos trasngênicos, prevista para ocorrer ainda hoje, também está apreensivo.
Ele afirma que o governo deve liberar as sementes produzidas dentro das normas e leis estabelecidas e não regularizado o uso das “maradonas”, que são introduzidas no País ilegalmente e muitas vezes trazem pragas, doenças e ervas daninhas às lavouras.
Fonte:Campo Grande News





