16/07/2003 09h12 – Atualizado em 16/07/2003 09h12
O dólar comercial abriu em alta de 1,15%, cotado a R$ 2,880 na compra e R$ 2,890 na venda. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu estável (baixa de 0,01%), com o Índice Bovespa a 13.612 pontos. O mercado divide as atenções hoje entre fatores do cenário político e financeiro. Atentos às discussões acerca da reforma da Previdência, os investidores também se movimentam em torno do vencimento de uma dívida pública de US$ 2,7 bilhões que vence amanhã.
CÂMBIO – Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para liquidação em agosto está a R$ 2,911, com valorização de 0,93%. Os investidores repercutem o adiamento da apresentação do relatório da reforma da Previdência, devido à falta de acordo sobre a questão da aposentadoria integral dos servidores. O fato gera preocupação relativa no mercado, que prevê atrasos nas negociações de matéria tão controversa. Mas a reforma é um bom pretexto para investidores especularem puxando a Ptax de hoje, taxa média do dólar que serve de referência para a correção da dívida pública que vence amanhã.
Da dívida vincenda de US$ 2,7 bilhões, o Banco Central (BC) promoveu a rolagem de 52%, deixando US$ 1,7 bilhão de sobra. Detentores dos títulos correspondentes a esse dinheiro devem pressionar a cotação do dólar para document.write Chr(39)document.write Chr(39)formardocument.write Chr(39)document.write Chr(39) uma Ptax mais alta, elevando também seus rendimentos. Essa puxada deve ser mais forte agora pela manhã, quando o volume de negócios é maior. Mas pressão deve ser pontual, já que não há busca por document.write Chr(39)document.write Chr(39)hedgedocument.write Chr(39)document.write Chr(39) (proteção cambial).
BOLSA – Na Bovespa, o volume financeiro da abertura foi de R$ 2 mil. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o Ibovespa futuro com vencimento em agosto está em 13.880 pontos, com baixa de 0,07%.
JUROS FUTUROS – O mercado de juros futuros deve ser influenciado pela alta do dólar, mas em menor proporção. Isso porque o mercado vive a expectativa de um corte significativo na taxa Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O comitê, formado pelos diretores do BC, decide na próxima semana sobre a taxa básica, hoje em 26% ao ano. Além dos vários índices apontarem deflação, o próprio governo sinaliza com a provável queda da Selic. Nos Negócios da BM&F, as taxas iniciaram o dia em ligeira baixa.
Fonte:sssGlobo News




