15/07/2003 14h25 – Atualizado em 15/07/2003 14h25
O braço armado do movimento radical palestino Jihad Islâmico ameaçou hoje retomar seus ataques contra Israel, depois que as autoridades israelenses se negaram a libertar prisioneiros do seu grupo.
“Nossa paciência tem limites”, diz em um comunicado o braço armado do movimento, as Brigadas Al Qods. No texto, afirma também que o atentado cometido no dia 7 de julho em uma aldeia no norte de Tel Aviv foi “um ato excepcional destinado a mostrar que a resistência continua”.
Na explosão que aconteceu em uma casa da localidade israelense de Kfar Yabetz, perto da Cisjordânia, morreram uma israelense de 65 anos e o homem-bomba palestino.
O governo israelense aceitou no dia 6 de julho o início da libertação de cerca de 350 prisioneiros, um número que representa aproximadamente 5% dos presos.
Mas estas liberações, que entretanto não começaram, não incluem os palestinos que feriram ou mataram, nem os membros das organizações radicais como Jihad Islâmico ou o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
Jihad Islâmica e outros três movimentos palestinos decretaram no final de junho uma trégua condicional e unilateral de três meses nos ataques antiisraelenses, exigindo em troca, principalmente, a libertação de todos os homens detidos em Israel.
Fonte: Agora Ms




