20/06/2003 08h20 – Atualizado em 20/06/2003 08h20
A seleção brasileira decepcionou na estréia na Copa das Confederações. Errando muitos passes e com pouca força ofensiva, perdeu para Camarões por 1 a 0, gol de Etodocument.write Chr(39)o aos 37 do segundo tempo numa falha de Lúcio no Stade de France. Foi a primeira derrota da equipe principal do país para adversários africanos, com direito a olé nos minutos finais.
A seleção volta a campo no sábado, às 16h (de Brasília). Enfrenta os Estados Unidos em Saint Etienne depois de Camarões jogar contra a Turquia no Stade de France.
Primeiro tempo equilibrado em Saint Dennis
O jogo foi equilibrado nos 45 minutos iniciais, com cada seleção tendo duas chances para marcar. A primeira conclusão a gol só aconteceu aos 18 minutos. Dentro da área, Lúcio roubou a bola da zaga e, caído, rolou para Adriano driblar e chutar forte, em cima do goleiro. Antes, o atacante só tinha sido notado ao dar uma solada com o pé alto que abriu um corte profundo na cabeça de Ndoumbe. O zagueiro de Camarões precisou fazer uma sutura fora de campo e continuou sangrando muito durante a partida.
Aos 30, Foe cabeceou no meio do gol após cruzamento da esquerda. Aos 42, a bola passou por toda a área e sobrou para Idrissou. Mas o africano furou e não aproveitou a sobra sozinho. Pouco antes do intervalo, Ronaldinho Gaúcho arrancou desde o meio-campo, superando quatro marcadores, e tocou no canto esquerdo. Mas Kameni defendeu com a ponta dos dedos, na melhor chance de balançar as redes no primeiro tempo.
Brasil chuta uma vez a gol na etapa final, já nos acréscimos
As seleções voltaram sem alterações do vestiário. Nos minutos iniciais, o Brasil pareceu mais ofensivo. Mas só deu a impressão. E ainda levou um susto, aos 16. Após bola mal rebatida pela zaga, Idrissou chutou em cima de Dida. Os treinadores, então, começaram a mexer nas equipes. Camarões fez duas substituições, aos 18 e 22. Parreira trocou Adriano por Ilan aos 20. Pouco depois, o atacante reserva perdeu a bola no meio-campo, propociornando um contra-golpe de Camarões. Job avançou marcado por Lúcio e chutou fraco, sem perigo. Aos 35, Adriano entrou no lugar de Kléberson, seu companheiro do Atlético-PR, para melhorar o toque de bola no meio-campo. Nada que impedisse os mais de 50 passes errados do Brasil no jogo.
Aos 37, o castigo para tanta ineficiência. Dida cobrou o tiro de meta, a zaga de Camarões cortou de cabeça no meio-campo, Lúcio falhou no quique da bola e perdeu na corrida para Etodocument.write Chr(39)o. Da meia-lua, o atacante chutou forte, encobrindo o goleiro. Só nos acréscimos a seleção conseguiu concluir com perigo na etapa final, num chute de Belletti de fora da área que passou perto do ângulo esquerdo. Pouco para uma seleção pentacampeã mundial.





