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sábado, 27 de junho de 2026

Sobe para 15 número de mortos em ataque em Jerusalém

11/06/2003 16h35 – Atualizado em 11/06/2003 16h35

Uma bomba explodiu na tarde desta quarta-feira em um ônibus no centro de Jerusalém, deixando pelo menos 15 mortos e 65 feridos, segundo a polícia israelense.

O exército israelense já retaliou, lançando um míssel de um helicóptero em um carro na cidade de Gaza. Cinco pessoas morreram, segundo os palestinos. Um deles seria um integrante do Hamas, Massou al-Titi.

O presidente americano, George W, Bush, condenou a explosão no centro de Jerusalém. O porta-voz da Casa Branca disse que o “presidente condena o ataque nos termos mais rigorosos”.

Um porta-voz do primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas, disse que ele responsabilizou o líder israelense, Ariel Sharon, pela nova onda de violência. Abbas afirmou que antes da tentativa do Exército israelense de assasinar um líder do Hamas na terça-feira, a Autoridade Palestina esteve muito perto de alcançar um cessar-fogo.

Vingança:

Nenhum grupo assumiu responsabilidade pelo atentado no centro de Jerusalém ainda. Na terça-feira, no entanto, o grupo militante palestino Hamas havia jurado vingança depois que Israel tentou assassinar Abdel-Aziz Al-Rantissi.

Um outro líder do Hamas, Mahmoud Zahar, disse que o ataque ao ônibus em Jerusalém era um aviso aos “criminosos sionistas” de que eles não estão seguros em lugar nenhum. Apesar disso, ele não disse que o grupo havia sido o responsável pelo atentado.

A rua Jaffa já foi palco de várias explosões no passado.

O correspondente da BBC na cidade, James Reynolds, que foi ao local da explosão, disse que a rua Jaffa, uma das mais movimentadas de Jerusalém, virou uma cena de caos.

“Eu ouvi a explosão. Aí, eu ouvi as pessoas gritando e correndo em direção ao local, gritando document.write Chr(39)ataquedocument.write Chr(39)”.

Israel estava em alerta depois que o Hamas prometeu um “terremoto” de retaliação pela tentativa de assassinato de Abdel-Aziz al-Rantissi.

O presidente americano, George W. Bush, disse na terça-feira ter ficado “chocado” pelo ataque israelense.

Israel se defendeu dizendo que al-Rantissi esteve por trás de muitos ataques suicidas e de um ataque a soldados israelenses no último domingo.

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