04/06/2003 13h57 – Atualizado em 04/06/2003 13h57
O soldado Carlos Faria de Araújo, preso por manter em casa uma central telefônica clandestina, que seria para atender presos, negou envolvimento com a irregularidade, apontada pelo Gaeco – grupo do Ministério Público e polícias que investiga o crime organizado. Na casa dele, no jardim Noroeste, perto do presídio, foi fechada uma central.
Em depoimento, o policial disse que estava há cerca de dois meses utilizando um telefone irregular, mas por dificuldade financeira. As contas não eram pagas. Quem teria conseguido seria Andreza Cristina Berto, também presa, por manter central no bairro Roselândia. O policial contou que Andreza era cliente da mulher dele, que vende marmitas. Ele admitiu que sabia que ela era mulher de preso.
O PM é lotado na Companhia de Guarda e Escolta, que funciona no Complexo Penitenciário, no Jardim Noroeste. A função dos policiais é manter a segurança externa do Complexo.



