15.3 C
Três Lagoas
terça-feira, 23 de junho de 2026

Dólar avança 1,46% e atinge R$ 2,978. Bovespa tem alta moderada

30/05/2003 15h53 – Atualizado em 30/05/2003 15h53

SÃO PAULO – O mercado de câmbio tem uma tarde de baixa liquidez e sustenta o dólar em alta significativa. Às 15h47m, a moeda americana subia 1,46%, cotado a R$ 2,973 na compra e R$ 2,978 na venda. Há poucos minutos, a cotação de venda chegou à máxima de R$ 2,994 (+2%), mas não teve fôlego para atingir os R$ 3,00. O C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, opera em leve baixa (-0,41%) e não incomoda os agentes do mercado, atentos à possibilidade emissão externa do governo.

Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta moderada nesta tarde e pode fechar hoje com sua melhor marca no ano. Às 15h51m, o Índice Bovespa tinha 13.467 pontos, com valorização de 0,46%. O volume financeiro era de R$ 537,9 milhões. No mesmo horário, o índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, subia 1,43%.

Este é o quarto pregão consecutivo de alta da bolsa paulista, que na medida do possível tem se descolado da volatilidade do mercado de câmbio. O bom desempenho das bolsas americanas e a queda do euro frente ao dólar favorecem as ordens de compra de ações brasileiras. Com a seqüência de bons resultados, a Bovespa deve liderar o ranking de aplicações pelo terceiro mês consecutivo. Até agora, o Ibovespa contabiliza valorização de 7,2% em maio.

Telemar PN, carro-chefe da bolsa paulista, tem alta de 0,28%. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas são de Comgás PNA (+5,8%) e Aracruz PNB (+3,4%). Já as quedas mais significativas do índice são de Telemar Norte Leste PNA (-2,2%) e Celesc PNB (-2%).

CÂMBIO – Passada a disputa pela Ptax (média da cotação do dólar), o mercado document.write Chr(39)document.write Chr(39)abandonoudocument.write Chr(39)document.write Chr(39) o dólar e as operações são apenas de ajustes de final de mês. A Ptax de hoje será referência para liquidação de contratos de dólar no mercado futuro e também para uma dívida pública de US$ 1,2 bilhão, rolada parcialmente (95%). A disputa ocorre principalmente pela manhã, porque o volume de negócios é maior e, portanto, mais representativo para a formação da taxa.

Com a liquidez reduzida no período da tarde, o dólar enfrenta volatilidade. Mesmo assim, o clima é de relativa tranqüilidade no mercado. O fluxo cambial continuou positivo e a expectativa é de novos ingressos. Esse dinheiro deve amenizar a pressão do setor privado em junho, cuja dívida externa chega a US$ 3,7 bilhões. A incerteza daqui para frente é quanto ao vencimento de US$ 1,4 bilhão previsto para 12 de junho. Provavelmente o Banco Central (BC) promoverá a rolagem parcial desse vencimento, o que na prática significa menor oferta de document.write Chr(39)document.write Chr(39)hedgedocument.write Chr(39)document.write Chr(39) ao mercado.

Os juros futuros acompanham a tendência altista do dólar nesta sexta-feira e se ajustam para cima. A notícia da deflação de 0,26% no IGP-M de maio não teve impacto nos negócios, já que os analistas se mostram céticos quanto à possibilidade de queda dos juros no curto prazo. Nos negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro, o mais líquido, está em 24,19% ao ano, contra 23,97% do fechamento de ontem.

BLACK – O dólar paralelo negociado no Rio de Janeiro fechou em alta de 1,66%, cotado a R$ 2,90 na compra e R$ 3,05 na venda. Em São Paulo, o document.write Chr(39)document.write Chr(39)blackdocument.write Chr(39)document.write Chr(39) terminou o dia 0,32% mais caro, a R$ 2,98 na compra e R$ 3,09 na venda. O dólar turismo de São Paulo subiu 2% e fechou a R$ 2,92 e R$ 3,06 na compra e venda, respectivamente.

Leia também

Últimas

error: Este Conteúdo é protegido! O Perfil News reserva-se ao direito de proteger o seu conteúdo contra cópia e plágio.