21/05/2003 08h24 – Atualizado em 21/05/2003 08h24
LONDRES — Em vez de instruções de aterrissagem, os pilotos de aviões que se aproximavam do aeroporto de Luton, ao norte de Londres, vinham ouvindo o choro do bebê Freya Spratley, devido à interferência nas transmissões de rádio da torre de controle causada por uma “babá eletrônica”, numa casa vizinha.
As autoridades trabalharam mais de 12 horas para rastrear a freqüência e descobrir de onde vinha o choro, informou a imprensa britânica nesta semana.
“Era algo como o filme document.write Chr(39)Os Caça-Fantasmasdocument.write Chr(39); eles (os investigadores) chegaram aqui e pediram para verificar a minha casa”, contou Lisa Spratley, a mãe do bebê.
“Eles disseram que estavam trabalhando para o controle do tráfego aéreo do aeroporto de Luton e que tinham rastreado uma interferência nas ondas do rádio que os levou até a minha casa”, acrescentou.
A rede BBC informou que a interferência não causou ameaça à segurança: os pilotos que ouviam o choro de Freya, em vez das transmissões da torre de controle, conseguiram mudar a freqüência de seus rádios.
A “babá eletrônica” foi desligada e o fabricante forneceu aos Spratley um aparelho novo, com a garantia de que este não causaria maiores problemas.
(Com informações da Reuters)





