14/05/2003 14h12 – Atualizado em 14/05/2003 14h12
O presidente da Associação de Cabos e Soldados de Mato Grosso do Sul, cabo Cláudio de Mello, reclama que a proposta do governo do Estado, de reajuste emergencial de 8% acaba sendo injusta com as categorias que têm vencimentos menores. “Para um coronel é bom porque significa aumento de R$ 400,00 mas para os soldados e cabos são só R$ 50,00”, reclamou, em entrevista ao Programa Noticidade, da FM 97,9. Ele disse que a reunião ocorrida ontem na secretaria estadual de Segurança Pública não resultou em acordo e reforçou que o pleito é que aumento mínimo de pelo menos R$ 200,00.
Diante do impasse, a categoria está negociando com o governo, reivindicando o reajuste e plano de cargos e carreiras. Mello afirmou que a Associação enviou ao governo documento apresentando os pleitos e vai esperar um posicionamento até o dia 26 de maio. No dia 30 haverá assembléia que pode resultar em paralisação. “Estamos dispostos a negociar mas temos que ter um prazo”, afirma. O cabo criticou ainda o sistema hierárquico da polícia, acrescentando que é preciso uma nova estrutura de polícia. “Temos muitos caciques e pouca gente de rua”, reclama.






