02/05/2003 14h19 – Atualizado em 02/05/2003 14h19
O flanelinha Edson Antonio de Souza, 28 anos, diz ter encontrado uma solução para ‘driblar’ os parquímetros, instrumentos que controlam o estacionamento no centro de Campo Grande. Ele compra o chaveiro com 30 horas (R$ 30) e vende a R$ 0,50 a hora, metade do preço cobrado pelo parquímetro. A vantagem, segundo ele, “é que nem sempre as pessoas ficam a hora inteira, ou, se ficam, acabam dando ‘um agrado’”.
Edson tem mulher, dois filhos pequenos, de 2 e 5 anos, e paga pensão para outro filho. Para aumentar a renda, ele trabalha como entregador de pizzas à noite. “Se não buscar esse tipo de alternativa, o jeito vai ser virar bandido”. “O problema é que o crime não compensa”, acrescenta.




