14/04/2003 17h09 – Atualizado em 14/04/2003 17h09
O deputado federal Waldemir Moka, presidente regional do PMDB, negou há pouco qualquer relação com dossiê contra o ex-governador Marcelo Miranda (PL), candidato à direção do DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transportes).
Em entrevista ao Campo Grande News há pouco, ele disse que vai acionar judicialmente o deputado estadual Semy Ferraz (PT), que hoje acusou Moka de estar por trás das acusações contra o ex-governador, com a finalidade de inviabilizar sua indicação para o DNIT.
Moka garante que não negocia a permanência de Luis Antônio de Carvalho, no DNIT, e José Roldão na DFA (Delegacia Federal de Agricultura) e que em Mato Grosso do Sul o PMDB não “fez e não fará indicações para o governo federal”.
O deputado diz que no Estado o partido terá posição de independência e que ele, pessoalmente, não vota com o governo Lula, mesmo que seu partido decida entrar para a base governista no Congresso Nacional.
Moka diz que seria “incapaz” de criar dossiê para prejudicar alguém, lembra que quando Marcelo Miranda foi governador (1986 a 1990) era o líder do governo na Assembléia Legislativa e que na época quem acusava o ex-governador era o PT. “Quando tenho que falar alguma coisa para alguém, falo na cara, não mando recado”, diz, classificando de leviana e mentirosa a declaração do deputado Semy Ferraz.



