08/04/2003 08h49 – Atualizado em 08/04/2003 08h49
O dólar comercial abriu em baixa de 0,12%, cotado a R$ 3,141 na compra e R$ 3,151 na venda. Se confirmada, esta será a nona queda consecutiva do dólar, que atinge seu menor valor desde 12 de setembro. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para liquidação em maio está em R$ 3,186, com baixa de 0,28%.
O noticiário de guerra e a inflação no Brasil são os dois principais assuntos desta terça-feira. O dia começa com informações de que o presidente iraquiano, Saddam Hussein, e seus dois filhos podem estar mortos, depois de um ataque a um complexo residencial em Bagdá onde eles estariam reunidos. De qualquer forma, é cada vez maior o controle das forças de coalizão no coração do Iraque, o que indica a proximidade do fim da guerra. Os mercados internacionais reagem com otimismo, devido ao menor temor de ataques terroristas ou enfraquecimento ainda maior da economia americana.
Por aqui, a novidade não tão positiva é a volta da aceleração da inflação medida pelo IPC-S, da Fundação Getúlio Vargas. O índice apontou alta de 1,25% na última semana, contra 1,02% na anterior. Os vilões foram os alimentos. Com isso, aumenta a expectativa quanto à divulgação da primeira prévia de abril do IGP-M, também da FGV, que ocorrerá no final da tarde de hoje, já com os mercados fechados.
Mas as notícias positivas continuam a chegar, junto com mais recursos externos. As captações externas brasileiras, que já somam US$ 5,4 bilhões no acumulado do ano, devem ser incrementadas pelos US$ 100 milhões já anunciados pela CSN e pelas operações que o Bradesco e o Unibanco estão negociando nesta semana.




