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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Bovespa retoma negócios em alta de 2,27%. Dólar cai 1,52%

07/04/2003 14h09 – Atualizado em 07/04/2003 14h09

SÃO PAULO – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mantém forte alta nos negócios desta tarde, na reabertura do pregão viva-voz. Às 14h17m, o Índice Bovespa tinha 12.339 pontos, com valorização de 2,27%. O volume financeiro era de R$ 427,3 milhões, acima da média para este horário. No mercado de câmbio, ainda com a liquidez reduzida pelo horário de almoço, o dólar cai 1,52%, cotado a R$ 3,172 na compra e R$ 3,174 na venda.

A ação preferencial da Telemar, mais negociada da bolsa, tem alta de 3,82%. Já Petrobras PN acompanha os preços do petróleo no mercado externo e recua 1,20%. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas são de Light ON (+10,3%) e Embratel Participações ON (+6,4%). Já as baixas mais significativas do índice são de Souza Cruz ON (-2,9%) e VCP PN (-2,4%).

Os principais indicadores da confiança dos investidores estrangeiros no país continuam com forte tendência de recuperação. Segundo o Valor Online, por volta das 14h, o Embi+ do Brasil, calculado pelo J.P. Morgan, registrava queda de 3,83%, para 903 pontos.

O C-bond, principal título da dívida externa brasileira, tinha valorização de 1,43%, sendo negociado nos mercados internacionais a 83,81% de seu valor de face.

MANHÃ TRANQÜILA – O mercado financeiro teve mais uma manhã de otimismo e os ativos brasileiros continuaram a romper suportes importantes. Em queda pela oitava sessão consecutiva, o dólar fechou a manhã cotado a R$ 3,173 na compra e R$ 3,175 na venda, com recuo de 1,48%. Desde 13 de setembro que a cotação não oscilava abaixo dos R$ 3,20. Hoje, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, voltou a dizer que não haverá intervenção no câmbio.

O risco Brasil também se destacou, ao cair para 897 pontos-base. Em novo horário de negociação, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pegou carona no bom humor generalizado e fechou a manhã em alta de 2,28%.

O principal foco de otimismo vem dos mercados europeus e americanos, que operam com euforia diante das notícias de que as tropas de coalizão já dominam o centro de Bagdá. Com isso, os investidores voltaram a apostar em um conflito de curta duração, que não traga efeitos catastróficos à economia americana. Os ativos brasileiros voltaram a ser contagiados pelo otimismo e continuaram atrativos aos olhos do mercado externo. O C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, chegou a bater os 84% do seu valor de face, ajudando a derrubar o risco-país.

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