14/01/2003 08h58 – Atualizado em 14/01/2003 08h58
BUENOS AIRES – Entre hoje e sexta-feira, a Argentina pagará US$ 2,509 bilhões aos organismos internacionais como última condição para acertar-se com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Na segunda-feira, o ministro da Economia, Roberto Lavagna, deu seu aval ao conteúdo do documento que servirá de base para o pacto que redigiram os técnicos do Fundo e que constitui o último passo da negociação.
Se as etapas previstas forem cumpridas e não surgirem inconvenientes, o acordo pode ser anunciado nesta quinta-feira pela equipe do FMI em Washington. Depois de cinco dias de negociações, os técnicos do organismo de crédito e a equipe econômica argentina finalmente entraram em sintonia, como revela o jornadocument.write Chr(39)Claríndocument.write Chr(39).
Como a publicação havia antecipado, o Fundo insiste que, antes do acerto, o governo deve honrar os vencimentos pendentes e os a ponto de vencer com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Mundial e o próprio FMI.
Lavagna respondeu que somente faria os desembolsos se houvesse um sinal claro de iminência de acordo e de que esses fundos seriam reembolsados.
Agora, com a carta de intenção sobre a mesa, a pasta da Economia cumprirá um cronograma de pagamentos que contempla a partir de hoje o aporte de US$ 24 milhões ao BID e no dia seguinte mais US$ 682 milhões ao mesmo organismo. Na quinta-feira, são US$ 805 milhões ao Banco Mundial e US$ 998 milhões ao FMI na sexta-feira.
Fonte: Valor Online




