14/01/2003 10h23 – Atualizado em 14/01/2003 10h23
PEQUIM – O líder da comunidade tibetana no exílio, o Dalai Lama, afirmou que “o comunismo é história, exceto na Coréia do Norte e em outros pequenos Estados”.
“Na China a lei brilha por sua ausência, mas pelo menos a população pode se sentar para tomar um chá e criticar seus líderes”, destacou o líder tibetano no estado de Bihar, na Índia, e onde é realizada a maior congregação do calendário religioso budista.
O Dalai Lama, outros proeminentes dirigentes tibetanos e milhares de fiéis se encontram na localidade de Bodhgaya – lugar onde supostamente Buda conseguiu a document.write Chr(39)iluminação espiritual e a paz consigo mesmodocument.write Chr(39) -, para comemorar o que é conhecido popularmente como o Festival de Kalachakra.
“A ideologia comunista está próxima da extinção no gigante asiático. Devemos ser otimistas, a quarta geração de líderes está mais disposta a dialogar que seus predecessores”, afirmou.
O líder tibetano, Deus-Rei para seu povo, aproveitou a festa religiosa para içar a bandeira do independentismo e reiterar sua postura de que document.write Chr(39)o Tibete não pode ser governado sem contar com o desejo do povodocument.write Chr(39).
Além disso, grupos de jovens tibetanos distribuíram panfletos boicotando os produtos chineses, em uma tentativa de atingir a China em seu ponto fraco.
Por outro lado, as autoridades indianas se viram obrigadas a reforçar as medidas de segurança no festival, que começou no sábado passado, com a mobilização de centenas de policiais, especialistas em desativação de explosivos e cães rastreadores.
Segundo as agências de segurança indianas, o Centro Maoísta Comunista do Nepal, grupo rebelde que pretende derrubar a monarquia no pequeno estado do Himalaia, ameaçou o Dalai Lama de morte.
Fonte: Agência EFE





