10/01/2003 14h25 – Atualizado em 10/01/2003 14h25
O advogado do ex-policial civil João Arcanjo Ribeiro, Eduardo de Vilhena Toledo, disse que seu cliente pode se entregar a qualquer momento à polícia do Mato Grosso e que não quer qualquer privilégio, apenas ser julgado como um cidadão comum.
João Arcanjo Ribeiro, o “Comendador”, está foragido. Ele esta sendo procurado pela Interpol desde a manhã do dia 5 de dezembro passado, quando escapou ao cerco de aproximadamente 100 agentes da Polícia Federal que participaram da Operação Arca de Noé. O Comendador é acusado de comandar uma organização criminosa no Estado com ligações com as máfias espanhola e chinesa.
Segundo Toledo, João Arcanjo “não teme nenhuma investigação” porque “nada tem a ver com homicídos, formação de quadrilha nem exploração de máquinas caça-níqueis”, crimes pelos quais está sendo acusado.
Eduardo de Vilhena Toledo qualificou os depoimentos das testemunhas de acusação como sendo “ótimos para a defesa”, já que algumas delas “são desqualificadas por ter envolvimento com quadrilhas”.
O advogado disse ainda que seu cliente “não fugiu” e que “apenas não havia clima para continuar em Mato Grosso”, porque estava sendo “massacrado pela imprensa”.
Fonte: MidiaNews




