08/01/2003 13h43 – Atualizado em 08/01/2003 13h43
TÓQUIO – O líder da seita religiosa responsável pelo atentado mortal com gás sarín no metrô de Tóquio, em 1995, pediu hoje que as autoridades terminem com a vigilância ao grupo, já que document.write Chr(39)document.write Chr(39)não existe ameaça de que um fato similar se repitadocument.write Chr(39)document.write Chr(39).
O pedido de não estender o período de vigilância sobre a seita foi feito a um comitê de segurança pública por Fumihiro Joyu, atual dirigente do grupo, que desde 2000 se chama Aleph.
Segundo Joyu, a antiga Seita da Verdade Suprema document.write Chr(39)document.write Chr(39)tomou as medidas necessáriasdocument.write Chr(39)document.write Chr(39) para evitar que um ato similar se repita.
Depois do atentado no metrô de Tóquio com gás sarín, que matou doze pessoas e atingiu cerca de seis mil, foi promulgada uma lei estipulando que a vigilância sobre a seita deveria ser suspensa quando não representasse mais uma ameaça pública.
Mas, segundo as autoridades judiciais, o fundador e ex-líder do grupo, Shoko Asahara, ainda tem influência sobre seus seguidores apesar de estar na prisão. Ele foi acusado de mais de 15 crimes e de ter instigado o ato terrorista no metrô da capital.
A decisão das autoridades será anunciada ao fim do período de três anos de vigilância, no fim deste mês.
Fonte: Agência EFE




