25/11/2002 13h42 – Atualizado em 25/11/2002 13h42
Rio – Até o fim do ano, o volume de dinheiro fraudado no país deverá ficar abaixo de 300 mil falsificações, contra cerca de 340 mil registradas no ano passado. A estimativa foi feita pelo chefe do Meio Circulante do Banco Central, José dos Santos Barbosa, em entrevista à Agência Brasil. Para chegar a esse resultado, o Banco Central desenvolve, desde 2000, a Ação Permanente de Divulgação, que Barbosa considera operação de responsabilidade social, cujo objetivo é aproximar a instituição do público e mostrar que ela não está em um casulo.
Barbosa disse que o Banco Central resolveu ir para a rua e promover um encontro direto com o público, ao verificar que 60% das falsificações com notas de real poderiam ser evitados com o simples ato de elevar a cédula para verificação da marca d’água. O banco montou um kit de exposição itinerante que foi levado às 10 principais capitais brasileiras. De acordo com o último relatório, datado de outubro passado, os esclarecimentos à população foram transmitidos pelo meio circulante a 145 mil pessoas, que tiveram efeito multiplicador por 5 ou 10 vezes, na medida em que os folhetos são levados pelos cidadãos para casa, para a escola e o local de trabalho, observou Barbosa. Ele lembrou que o combate à falsificação do real é uma operação permanente do BC.
Fonte: Agência Brasil





