11/11/2002 18h16 – Atualizado em 11/11/2002 18h16
Mais de 4 mil animais foram rematados em oito leilões
A 1ª Feira Pecuária de Três Lagoas (Feipec) conseguiu superar as expectativas dos organizadores. Pelos seis dias de exposição, palestras e leilões, que aconteceram no recinto da Leilo Ado, espera-se que no próximo ano o evento possa reunir mais vendedores e compradores.
“Agora precisamos sentar e levantar os pontos positivos e negativos”, diz o sócio-proprietário da AM Leilões e Eventos, que organizou a festa, Amauri Roland Vieira.
Segundo Vieira um dos pontos que deverão mudar no ano que vem é com relação aos atrativos. “Talvez coloquemos mais expositores e mudemos o horário das palestras”, comenta.
O sócio-proprietário acredita que a feira surpreendeu em alguns leilões, que foram sucesso e agradaram aos produtores.
“Por serem muitos leilões inéditos no município, ficamos satisfeitos com as vendas”.
LEILÕES
Um exemplo foi o primeiro leilão Roll Back Sale. Mais de 600 pessoas puderam conferir 25 cavalos da raça Quarto de Milha e 30 da raça Paint Horse.
Os animais foram comprados por criadores de Três Lagoas, Campo Grande, Corumbá, Ribas do Rio Pardo e até mesmo por criadores do Estado de São Paulo e Rio Grande do Sul, “o que mostra a referência que a cidade conseguiu em termos de leilões”, salienta Vieira.
O animal que mais surpreendeu foi o Quarto de Milha Sugar Pine que foi rematado por R$ 12 mil. “Esse era um animal que, na nossa opinião, não despertava tanto interesse”, conta o leiloeiro Agnaldo Agostinho.
O campeão nacional de Laço/Bezerro, Dan´s Limit, não foi vendido por não atingir o valor mínimo.
“Aqui na região ainda não há pessoas que podem pagar cerca de R$ 15 mil em um cavalo”, explica o leiloeiro
Com relação aos outros leilões, Agostinho afirma que “todos foram em níveis muito bons, podendo ser comparados com alguns de referência nacionaldocument.write Chr(39).
Agostinho cita o leilão de novilhas em que um animal chegou a ser vendido por até R$ 3.5 mil.
PRÓXIMO PASSO
Além de um balanço e uma auto-crítica, os organizadores pensam em uma próxima feira em Cassilândia.
“É uma das praças que temos mas, do contrário de Três Lagoas, precisamos pesquisar o local e estudar a viabilidade de uma feira”, expõe o sócio-proprietário da AM.
Com relação à Três Lagoas, Vieira é enfático: “com certeza a cidade abrigará mais Feiras Pecuárias feitas por nós”.






