09/11/2002 16h04 – Atualizado em 09/11/2002 16h04
Apesar da vitória obtida na corte federal de Washington, a Microsoft não está livre das ações judiciais sob a acusação de práticas de antitustre.
No momento, a empresa tem que se preocupar com as medidas judiciais impetradas no Estado de Baltimore e na Comunidade Européia. Nesses casos, as propostas apresentadas pela Microsoft e aceitas pela juíza Collen Kollar-Kotelly não têm aceitação garantida.
Um exemplo de que os problemas da Microsoft na Justiça ainda não terminaram é a ação movida no Distrito de Colúmbia pela Sun Microsystems. A Juíza Collen Kollar-Kotelly não obrigou a Microsoft a distribuir o Java Virtual Machine, da Sun, com o sistema operacional Windows.
A decisão contraria o interesse dos noves Estados, além do Distrito de Columbia, que exigiam a adoção desta prática pela empresa de Bill Gates. A Sun Microsystems recorreu e o Juiz da Corte Federal de Baltimore, Frederick Motz, irá ouvir as partes envolvidas no dia 03/12.
Na comunidade européia, uma decisão definitiva para o caso MS é esperada para o próximo mês. Mas, em 2000, a entidade impôs medidas para restringir o poder da empresa de Bill Gates no mercado de software na Europa.
Porta-voz da Microsoft mantém a esperança que a decisão favorável apresentada pela juíza Kollar-Kotelly influencie todas as demais que estão em curso na Justiça. “Será sempre uma boa referência”, disse Jim Desler.
Fone: IDG Now!






