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sábado, 10 de maio de 2025

Paraguai sacrifica mais de 700 reses

05/11/2002 17h05 – Atualizado em 05/11/2002 17h05

O ministro da Agricultura, Pratini de Moraes, discute hoje com seu colega paraguaio, Dario Baungarten, ações conjuntas para combater o retorno da febre aftosa na região. O reconhecimento da doença obrigou o Paraguai a comunicar a ocorrência de aftosa à OIE, o que pode levar o país a perder o status de livre da doença com vacinação, que possui desde maio de 1997. O Serviço Nacional de Sanidade Animal (Senacsa) do Paraguai também teve que adotar todas as medidas recomendadas pela OIE e países que integram a Bacia do Prata (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile) a fim de erradicar a enfermidade.

Gerardo Bogado, diretor do Senacsa, prometeu ontem, no Brasil, que combaterá o foco nas áreas de fronteira para recuperar seus mercados. Ao final da reunião extraordinária de representantes dos seis países, realizada no Rio de Janeiro, Bogado reconheceu a necessidade de erradicar a doença para document.write Chr(39)recuperar o mercado chilenodocument.write Chr(39). Depois do Brasil, o Chile é o maior mercado da carne paraguaia a suspender a importação por medo de contaminação.document.write Chr(39) Os pontos estrategicos na fronteira do MS e PR com o Paraguai vêm sendo guarnecidos pelas Forças Armadas.

Fonte: Correio do Povo

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