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sábado, 18 de abril de 2026

Moscou: apenas um refém foi morto a tiros em retomada de teatro, diz autoridade russa

28/10/2002 08h17 – Atualizado em 28/10/2002 08h17

MOSCOU – Apenas um dos reféns mortos na retomada do teatro em Moscou faleceu de ferimentos a tiros, disse o presidente do Comitê de Saúde da cidade. Quando lhe perguntaram quantas das vítimas morreram envenenadas pelo gás usado para paralisar os rebeldes chechenos que mantiveram mais de 800 pessoas reféns no prédio de quarta-feira até sábado, Andrei Seltsovsky disse que document.write Chr(39)dos 116 mortos, um morreu de um ferimento a tiro, e o restante foi vitimado por exposição a gásdocument.write Chr(39).

No total, 117 reféns morreram desde a ocupação da Casa de Cultura de Moscou pelos terroristas, na quarta-feira, até a invasão do local pelas tropas russas. Na quinta-feira, uma refém que tentava fugir foi morta a tiros pelos rebeldes chechenos. Cerca de 50 terroristas teriam morrido na ação das forças russas.

Neste domingo, uma ex-refém relatou que uma crise nervosa de um menino que estava no teatro provocou disparos que induziram as tropas russas a invadir o teatro na manhã de sábado (início da madrugada em Brasília).

Segundo a emissora de televisão russa NTV, duas estrangeiras – seriam uma mulher da Holanda e uma menina de 13 anos, do Cazaquistão – morreram intoxicadas pelo gás. A emissora atribuiu a informação a médicos que atenderam as vítimas. Apesar da crescente pressão para que o governo revele a natureza do gás usado na operação, Moscou insiste em descrevê-la como document.write Chr(39)uma substância especialdocument.write Chr(39). O Ministério do Interior nega que tenham ocorrido mortes de reféns por causa da substância.

Das 646 que ficaram reféns de guerrilheiros chechenos em um teatro em Moscou e que ainda permanecem hospitalizados, 150 estão nos centros de tratamento intensivo e 45 deles se encontram em estado grave, noticiou a agência russa Interfax.

Em, Jerusalém, o fundador da unidade antiterrorista de Israel, Assaf Heffetz, elogiou a ação russa. Ele afirmou que as mortes por inalação de gás eram inevitáveis.

  • Em operações de resgate como essa, um ou dois reféns mortos entre dúzias é considerado um sucesso. O mesmo pode ser dito quando são registradas cem mortes entre 800 reféns – disse Assaf Heffetz, que fundou e comandou entre 1975 a 1981 a polícia especial israelense, denominada Yamam em hebraico.

Fonte: GloboNews

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