28/10/2002 10h30 – Atualizado em 28/10/2002 10h30
SÃO PAULO – Cerca de 450 mil pessoas são esperadas no santuário da Avenida Jabaquara, na Zona Sul de São Paulo, onde as homenagens ao santo começam às 5h com a celebração da primeira das 15 missas — uma por hora. Às 19h, uma procissão sairá do santuário e percorrerá as ruas próximas. Às 20h, o cardeal arcebispo de São Paulo, dom Cláudio Hummes, vai celebrar uma missa. Uma apresentação encerrará as comemorações.
São Judas Tadeu ocupa o último lugar no elenco dos apóstolos e integra a lista dos chamados santos populares do Brasil. A Bíblia trata pouco dele, mas aponta que foi escolhido para ser apóstolo por Jesus.
A brevíssima Carta de São Judas, que está na Bíblia, é uma severa advertência contra os falsos mestres e um convite a manter a pureza da fé. Em seus versículos, propõe fé, oração e confiança em Jesus.
A imagem de São Judas tem o livro, que significa a palavra que ele pregou, e a machadinha, com a qual foi morto. Os restos mortais, após terem sido guardados no Oriente Médio e na França, foram transferidos para a Basílica de São Pedro, na Cidade do Vaticano.
A relíquia que está no santuário é um pedaço de osso de São Judas, usado para dar bênção. A relíquia chegou ao Vaticano na década de 40 levado por um capelão militar. Durante a guerra, o capelão serviu a um convento de religiosas, na Itália, onde recebeu a relíquia de São Judas como presente.
Fonte: Diário de S. Paulo





