25/10/2002 08h26 – Atualizado em 25/10/2002 08h26
O comando da campanha do candidato do PT ao Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, discutiu ontem, em São Paulo, a estratégia para o último debate de hoje na televisão, tratando de quase todos os temas num tom conciliador. Isso deverá marcar a reta final da disputa e o início do período de transição, caso Lula vença a eleição de domingo. Segundo o presidente nacional do PT e coordenador-geral da campanha, deputado José Dirceu, em caso de vitória do presidenciável não se constituirão em problema nem os adversários tucanos nem o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, que afirmou à imprensa espanhola que os movimentos sociais cobrarão urgência de Lula nas reformas.
Dirceu salientou que esses movimentos não atrapalham governo algum se houver diálogo e capacidade de articulação. document.write Chr(39)A dificuldade existe quando não há negociação, quando se parte para a repressão, violência, ou se quer desrespeitar a leidocument.write Chr(39), afirmou. Ele disse que esses movimentos têm o direito de se manifestar e a obrigação de considerar o cenário político e econômico que o país enfrenta. O presidente nacional do PT ressaltou, porém, que a reforma agrária, o combate à pobreza e a segurança pública são as prioridades imediatas para o Brasil.
Fonte: Correio do Povo




