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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Rebeldes chechenos libertam oito crianças em Moscou

25/10/2002 08h33 – Atualizado em 25/10/2002 08h33

MOSCOU – Oito crianças foram libertadas na tarde de hoje (horário local) do teatro em Moscou, onde rebeldes chechenos mantêm 700 reféns desde a noite de quarta-feira, informou a agência de notícias russa IRA.

As crianças foram libertadas do prédio por membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que haviam entrado no teatro para negociar com os rebeldes.

Segundo autoridades da polícia na madrugada desta sexta-feira (horário local) os rebeldes chechenos libertaram mais sete reféns. Mais cedo, outras duas mulheres já tinham sido soltas. Uma delas, de acordo com o canal de televisão NTV, estava com uma grave crise de apendicite, informou o jornal espanhol document.write Chr(39)El Paísdocument.write Chr(39).

O líder dos guerrilheiros chechenos que ocupam a Casa de Cultura apareceu pela primeira vez nesta sexta-feira na tela da NTV. Movsar Barayev usava uniforme militar de combate e toca de lã negra, e estava ao lado de dois homens mascarados. Todos os três exibiam armas AK-47, farta munição e granadas presas a seus cintos. Os terroristas permitiram que a equipe de TV russa entrasse no prédio.

Nesta quinta-feira, outros trinta e nove reféns tinham conseguido deixar o teatro: 37 foram libertados e duas mulheres fugiram. Mais cedo, o corpo de uma mulher baleada e com os dedos quebrados, foi retirado do local.

Os rebeldes ameaçam matar os reféns ou explodir o local se a Rússia não retirar suas tropas da Chechênia.

Tropas do Exército e da polícia russa cercam o local desde o início do seqüestro por volta das 22h locais (15h hora de Brasília) da quarta-feira. Entre 40 e 50 homens e mulheres armados e mascarados protagonizam o que está sendo considerado o maior ataque de separatistas chechenos em Moscou. O presidente russo, Vladimir Putin, está reunido com ministros de segurança.

Informações divulgadas pela imprensa local dão conta de que ao menos 75 estrangeiros, entre americanos, britânicos, alemães, austríacos, estariam entre os reféns. A embaixada brasileira em Moscou confirmou que não há brasileiros em poder dos seqüestradores.

Fonte: GloboNews

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