01/10/2002 16h56 – Atualizado em 01/10/2002 16h56
Realizando os serviços por administração direta e depois da aquisição do “kit tapa-buraco”, um equipamento acoplado a um caminhão que facilita esse tipo de trabalho de recuperação da pavimentação asfáltica, a Prefeitura de Dourados está tendo uma economia de até R$ 90 mil ao mês. O engenheiro Ademar Fernandes de Souza, da Secretaria de Infra-Estrutura, responsável pela área de pavimentação asfáltica, disse que no início da atual gestão quando foi preciso se recorrer às empreiteiras, a despesa mensal chegava a R$ 150 mil por mês. Hoje, esse custo caiu para a faixa dos R$ 60 mil.
A Prefeitura conta hoje com duas equipes para os serviços de tapa-buraco, incluindo o kit adquirido recentemente e que vem agilizando os trabalhos, e uma outra que atua de forma artesanal, esta concentrada hoje (1.10), no distrito de Panambi.
O próprio prefeito Laerte Tetila comentou dias atrás que a
Prefeitura resolveu adquirir o equipamento levando em conta exatamente à agilidade e a economia. O kit é composto por uma placa vibratória de compactação, elemento para controlar a quantidade de asfalto e uma outra máquina que faz o corte do pavimento. A rapidez se mostra na execução dos trabalhos: em aproximadamente dez dias de ação contínua, aproveitando o tempo seco, já foram tapados os buracos que existiam na Rua Ponta Porã, Rua Toshinobu Katayama, Marcelino Pires em toda a sua extensão, a mais longa do perímetro urbano (cerca de 15 km de uma ponta a outra), conjunto Campo Dourado, na rua de acesso ao Clube Indaiá, dos dois lados da pista e Avenida Guaicurus.
O material asfáltico é o usinado a frio, também produzido na usina da própria Prefeitura, cuja capacidade de produção chega a 60 m3 por mês. O engenheiro disse que a equipe que se encontra em
Panambi vai ser mobilizada também para a cidade nesta semana.
Como é um serviço por administração direta, não há a preocupação de se somar a quantidade de buracos tapados, uma fiscalização que era rígida no caso das empreiteiras.
A Prefeitura, nas três administrações anteriores, só fez serviços de recuperação de pavimentação recorrendo às empreiteiras. Além disso, a usina de produção de massa se encontrava desativada e estava se deteriorando com o tempo.
Fonte: Dourados News



