26.1 C
Três Lagoas
quinta-feira, 7 de maio de 2026

SAIA JUSTA

08/08/2015 08h33 – Atualizado em 08/08/2015 08h33

O autor do filme ‘Sobá, Trilhos e Silêncio’ bem que poderia ter dado uma mãozinha ao prefeito Gilmar Olarte (PP) durante a abertura da Festa em homenagem aos 120 anos de amizade Brasil/Japão, realizado na Feira Central de Campo Grande.

Os presentes foram impiedosos com ele, mesmo na frente do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), e sapecaram vaias. Sem poder parar no meio do caminho, ele continuou o discurso e deu o seu recado, mesmo a contragosto da galera. Rosa foi o tom predominante nos rosto dos integrantes do palanque.

FININHO

Em tempos de escândalos e corrupção, políticos mudam de assunto e até fecham a cara quando percebem que a prosa vai girar em torno das operações Lava Jato e Lama Asfáltica. Juntas, as duas já provocaram estragos sem precedentes na história política do país e ainda podem comprometer figuras tidas até aqui como acima de qualquer suspeita.
Como dizem as pessoas, cujas virtudes são sabedoria e paciência: nada como um dia atrás do outro, com uma noite no meio. E assim, o mundo caminha a passos largos rumo à clareza dos fatos.

EMPERRADA

O debate em torno da crise financeira do país é tão intenso que as reformas prometidas – entre elas a política – ficaram para o último plano dos congressistas. Com isso, quem tinha e ainda tem a intenção de mudar de partido não sabe o que fazer.

Os mais afoitos dizem que com janela ou sem janela deixam seus partidos, mesmo com o risco de perderem seus mandatos. E pelo jeito, as regras vão continuar como estão, uma vez que o tempo para serem postas em prática está se expirando. Precisa ter um ano de vigência, ao menos.

RISCO

O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Juvenal Neto (PSDB), vê risco no comprometimento de candidaturas à reeleição de prefeitos em 2016 em decorrência da grave crise financeira que se acentua a cada dia que passa nos municípios como reflexo da política econômica do governo Dilma.

Também pudera, o Palácio do Planalto cria programas e mais programas sociais, claro que de olho nos holofotes da imprensa, e quem paga a conta são as prefeituras.

CALOTE

Ocorre que o governo federal deve cerca de R$ 140 milhões às 79 prefeituras sul-mato-grossenses como parte dos orçamentos de 2013 e 2014, são os chamados “restos a pagar”. Sãos casos em que as obras foram autorizadas pela Caixa Econômica, os prefeitos foram na onda e a presidente cortou a verba.

Não é à toa que novo movimento nacional dos prefeitos já se fala até mesmo em fechamento de rodovias.

Leia também

Últimas

error: Este Conteúdo é protegido! O Perfil News reserva-se ao direito de proteger o seu conteúdo contra cópia e plágio.