28/05/2018 09h47
Base montada no Posto São Luis conta com mais de 300 caminhões parados
Gisele Berto
Os caminhoneiros que participam da paralisação nacional que estão em Três Lagoas estão vendo a pauta de manifestação dividida. Enquanto uma parte julga que as reivindicações foram cumpridas e que a manifestação deveria acabar, outra parte diz que a pauta das reivindicações mudou. “Começamos pedindo redução do diesel, mas vendo as manifestações populares entendemos que a população quer a mesma coisa que a gente e só sairemos daqui depois que houver intervenção militar”, afirmou uma das lideranças do movimento, que prefere não se identificar.
Essa é uma opinião que divide os manifestantes e, por isso, o comando da paralisação chamou um advogado, que irá se reunir com os caminhoneiros para decidirem os próximos passos.
Por enquanto, mais de 300 caminhões continuam ocupando o acostamento da Ranulpho Marques Leal, na altura do Posto São Luis, dos dois lados da via. A faixa de rolagem está desocupada e cargas vivas e perecíveis estão passando. O comando da paralisação garante que os caminhoneiros que quiserem podem seguir viagem.
Durante o período em que a reportagem do Perfil News esteve na base pode observar, também, caminhões-tanque com combustíveis passando e sendo escoltados pela Polícia Rodoviária Federal.







