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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Em nota, prefeitura de Brasilândia fala sobre providências contra dengue após morte de professora

19/12/2018 13h48

Em nota, Prefeitura de Brasilândia fala sobre providências contra dengue após morte de professora

Elizabeth Castelani foi a primeira vítima fatal do Aedes Aegypti esse ano em Brasilândia

Gisele Berto

A Secretaria Municipal de Saúde de Brasilândia divulgou hoje, 19, uma nota sobre a morte da professora Elizabeth Castelani dos Santos, que faleceu vítima da dengue no último dia 18 no Cassems, em Três Lagoas.

A prefeitura afirma que esse foi o primeiro caso de óbito por dengue hemorrágica registrado em cidadãos de Brasilândia neste ano. Atualmente, a cidade conta com 24 casos notificados de dengue, sendo três confirmados.

No último boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde no dia 14, Brasilândia aparece na 33ª posição entre as cidades com maior infestação do Aedes Aegypti. O índice de 108 casos para cada 100 mil habitantes classifica a cidade como “média infestação”.

Para reduzir o índice e uma possível epidemia nas próximas semanas, a Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, realiza desde o último dia 17 de dezembro a Operação Cidade Limpa, onde toda a equipe passa orientações aos cidadãos e faz o recolhimento de entulhos nos locais onde há maior foco de concentração do mosquito.

SOBRE O ÓBITO

A respeito da paciente Elizabeth Castelani dos Santos, que morreu vítima de dengue hemorrágica, a prefeitura de Brasilândia afirmou que ela procurou o Hospital Júlio César Paulino Maia no último dia 12 dezembro, sendo que no dia 15 foi internada. No dia 17, a paciente teve complicações e precisou ser transferida para o Hospital Auxiliadora, em Três Lagoas.

Devido à falta de vaga na UTI, ela foi novamente transferida, desta vez para o Hospital Cassems, também em Três Lagoas. Entretanto, veio a óbito na madrugada do dia 18 de dezembro, por insuficiência respiratória, causada por complicações da dengue.

O caso continua sob investigação da Secretaria Estadual de Saúde, no Município, a equipe continua com o trabalho de orientação e de limpeza até o dia 21 de dezembro.

Professora Elizabeth Castelani, que morreu em decorrência de dengue hemorrágica. Foto: Reprodução Facebook.

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