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quarta-feira, 18 de março de 2026

Conquistadores do outro tempo…

29/10/2008 07h50 – Atualizado em 29/10/2008 07h50

Sérgio Barbosa (*)

A história em nível mundial apresenta acontecimentos mais do que interessantes para os amantes desta área, neste cenário multicultural para a humanidade, pode-se buscar muitas respostas para infinitas perguntas do homem e o passado frente ao presente.

O momento é sublime para os curiosos de sempre, além do mais, pode-se viajar em busca das respostas de um futuro perdido pelos desencontros das decisões que mudaram os horizontes predeterminados de uma história escrita pelos vencedores do presente.

Por exemplo, o enigmático e fascinante GENERAL NAPOLEÃO BONAPARTE, um líder nato francês que delimitou os espaços geográfico do seu país num outro tempo, porém, entre as idas e voltas, como tantos outros, entre os quais, ALEXANDRE, O GRANDE, também, deixou-se levar pelo sonho do poder com o poder em busca do poder.

O grande escritor LEO TOLSTOY na sua obra clássica “GUERRA E PAZ” retratam por meio da literatura, as conquistas de NAPOLEÃO BONAPARTE em território russo, neste cenário de “GUERRA E PAZ”, apenas um único objetivo: conquistar a capital russa Moscou para marcar de fato o espaço geográfico do império francês além da Europa rumo ao outro lado do planeta.

A guerra existe em função da paz entre os homens de boa vontade, mesmo assim, a vaidade pelas conquistas militares acaba extrapolando a vã filosofia dos homens para um novo olhar no interior calado da neurose pelas batalhas coroadas pela expansão do império além fronteira.

A França, bem como, outros países, até mesmo em terras tupiniquins, aqui, desde a invasão portuguesa com a cruz na frente e a espada atrás, são milhares de registros demarcados pelos conquistadores frente aos conquistados, que se tornam escravos em seu próprio país como recompensa pela derrota militar.

Nem sempre a conquista em nome do “poder pelo poder” pode determinar a vontade soberana pela espada do conquistador, tais acontecimentos estão em todos os relatos históricos para demonstrar que a ambição extrapolou a determinação militar, portanto, nem sempre os números retratam o final desta ou daquela batalha militar.

Da Espanha, a derrota da INVENCÍVEL ARMADA para os ingleses, da França, entre muitas, a derrocada do exército napoleônico em território russo, bem como, da Alemanha, a humilhante retirada dos exércitos nazistas durante a II Guerra Mundial após as perdas no cerco durante anos da cidade russa de San Petersburgo, depois, Stanlingrado.

Assim, afirmou o pensador do outro tempo, “caminha a humanidade” em nome da “PAZ”, também, pelas conquistas por meio da GUERRA.


(*) Jornalista profissional diplomado e professor universitário.

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