A Secretaria Municipal de Saúde de Castilho expressa profundo pesar pela fatalidade que ocorreu com a criança que veio a óbito no início desta semana, vítima de coqueluche.
Conforme divulgado nesta quinta-feira (12) pelo site Campo Grande News, a Vigilância Epidemiológica está realizando investigações para analisar o contexto do contágio, com o objetivo de aprimorar as ações de prevenção.
A criança foi atendida por um médico pediatra, que inicialmente diagnosticou uma síndrome respiratória e suspeitou de bronquiolite, solicitando a internação.
Após o atendimento no hospital local, foi feita a solicitação de transferência para a UTI Neonatal/Pediátrica em Araçatuba. Alguns dias depois, foi confirmada a coqueluche. Na ocasião da internação, a criança tinha pouco mais de um mês, idade ainda sem critério de vacinação.
Prevenção
A Secretaria de Saúde esclarece que a vacinação contra a coqueluche faz parte do calendário vacinal da primeira infância, com três doses e dois reforços (aos 2, 4 e 6 meses, e reforços aos 15 meses e 4 anos). A vacina básica nas doses iniciais é a pentavalente, e os reforços são com a tríplice bacteriana (DTP), ambas disponíveis nas salas de vacina do CIS (Centro Integrado de Saúde).
Além disso, durante o pré-natal, a gestante recebe uma dose de DTPa entre a vigésima e trigésima segunda semana de gestação, para aumentar os anticorpos e proteger o bebê ao nascer. O aleitamento materno também é fundamental, pois ajuda a manter a oferta de anticorpos ao bebê até que ele seja vacinado.
Em Castilho, a cobertura vacinal é de 86%, enquanto a meta é de 95%, um índice que reflete também a situação regional, estadual e nacional. Para aumentar esses índices, a Secretaria de Saúde tem adotado estratégias como busca ativa e vacinação em creches, entre outras ações. No entanto, é essencial a adesão dos responsáveis para alcançar melhores resultados.
A Secretaria de Saúde está à disposição da comunidade para fornecer informações e esclarecer dúvidas sobre a vacinação e medidas de prevenção.




