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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Assassino de corretora de imóveis é condenado a 21 anos de prisão por latrocínio em MS

Fabiano Garcia Sanches, acusado de matar a corretora de imóveis Amalha Cristina Mariano Garcia, de 43, foi condenado a 21 por latrocínio – roubo seguido de morte – e ocultação de cadáver. Os crimes aconteceram no dia 21 de maio de 2024, em Campo Grande.

A sentença foi proferida no dia 6 de fevereiro de 2026 pelo juiz Roberto Ferreira Filho. Conforme a decisão, a pena ficou assim: um ano de prisão pelo crime de ocultação e 20 pelo latrocínio, além de pagamento de 20 duas-multa, fixados em 1/30 do salário mínimo vigente à época do crime.

A investigação revelou que Fabiano atraiu Amalha até sua residência no Jardim Centenário sob pretexto de um encontro. Chegando lá, a mulher foi brutalmente agredida com socos, chutes e golpes, tendo a cabeça batida contra móveis e paredes até ficar inconsciente.

Gravemente ferida, a corretora de imóveis foi colocada no porta-malas do próprio carro, um Jeep Renegade, e levada até a região do Porto Seco, no Bairro Jardim Los Angeles, local onde, segundo a acusação, Fabiano percebeu que a vítima estava viva e voltou a agredi-la com pedradas e pedaços de madeira, até ela ir a óbito.

Em seguida, o corpo da mulher foi arrastado para uma área de mata e parcialmente coberto, numa tentativa de ocultação. O cadáver foi localizado horas depois por um guarda civil metropolitano durante um treinamento, que identificou manchas de sangue e objetos pessoais espalhados pelo asfalto.

O veículo da vítima foi usado pelo réu nos dias seguintes e chegou a ser oferecido para venda por valor muito abaixo do mercado, o que levantou suspeitas. O carro acabou sendo encontrado abandonado em um terreno no Núcleo Industrial, na Capital. Impressões digitais de Fabiano foram localizadas no automóvel.

Fabiano, conforme matéria publicada pelo Campo Grande News, confessou o crime, relatando que tudo foi premeditado com o objetivo de roubar o veículo da vítima. A Justiça entendeu que as provas técnicas, testemunhais e a confissão formaram um conjunto robusto, suficiente para a condenação.

(*) Ponta Porã News

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