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Três Lagoas
segunda-feira, 4 de maio de 2026

Fim de semana sangrento: Três Lagoas registra sete baleados e dois assassinatos

A Polícia investiga os casos e trabalha para identificar os responsáveis, enquanto a população cobra segurança e medidas efetivas para conter a onda de crimes

Nesse final de semana, a sociedade três-lagoense viveu dias de medo devido a violência que deixou a cidade em alerta. Entre sábado (2) e domingo (3), ao menos sete pessoas foram baleadas em diferentes ocorrências, em um cenário que terminou com duas vidas interrompidas de forma brutal, ambas de jovens de apenas 19 anos.

A primeira tragédia foi registrada no sábado, no Bairro São Jorge. A vítima, Pedro Augusto Otaviano dos Santos, conhecido como ‘Cabelinho’, de 19 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo e não resistiu. O crime abalou moradores da região e marcou o início de um fim de semana que rapidamente sairia do controle.

Já no domingo (3), a violência voltou a chocar. Desta vez em um dos cartões-postais da cidade. Na Lagoa Maior, local conhecido por reunir famílias e praticantes de atividades ao ar livre, a jovem Kailayne Mirele Esperidião, também de 19 anos, foi morta com vários tiros. A cena, em um espaço tradicionalmente associado ao lazer, trouxe ainda mais comoção e preocupação. O namorado dela foi baleado e permanece internado no hospital em estado grave.

TENTATIVAS DE HOMICÍDIO

Além das duas mortes, outras cinco pessoas foram baleadas em diferentes pontos da cidade, aumentando ainda mais a sensação de insegurança entre a população. A sequência de ocorrências em um intervalo tão curto de tempo acende um alerta sobre a escalada da violência e a necessidade de respostas rápidas das autoridades.

O clima em Três Lagoas é de apreensão. Famílias enlutadas, moradores assustados e uma cidade que tenta entender como, em apenas um fim de semana, tantos episódios de violência puderam acontecer.

A Polícia investiga os casos e trabalha para identificar os responsáveis, enquanto a população cobra segurança e medidas efetivas para conter a onda de crimes.
O que fica é um rastro de dor, medo e indignação e a espera por respostas por parte das autoridades.

(*) Pollyanna Eloy

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